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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Prefeito de Camaçari vai trocar PT pelo PSB, diz coluna

imagem internet
Atual prefeito de Camaçari, Ademar Delgado (PT), apresenta o maior índice de rejeição entre os possíveis candidatos à prefeito em 2016, segundo pesquisa Ibope/BN, foram entrevistadas 406 pessoas  entre os dias 6 e 9 de julho de 2015. 
Segundo a coluna Satélite, do jornal Correio, o prefeito de Camaçari, Ademar Delgado, deve trocar o PT pelo PSB para disputar a reeleição no ano que vem. De acordo com a publicação, a mudança aconteceria para que Delgado não precise entrar em acordo com o deputado federal e ex-prefeito da cidade Luiz Caetano na composição de chapa no ano que vem.
A coluna diz ainda que Delgado já negociou com a senadora Lídice da Mata e com o deputado federal Bebeto Galvão. 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Curso online grátis de Desenvolvimento de Líderes

https://portogente.com.br/moodle/course/view.php?id=150

Objetivo do curso

Ampliar o potencial da liderança no desenvolvimento de habilidades de orientar pessoas mediante utilização das metodologias de coaching. Expansão da visão do líder para atuar na gestão de mudanças e na capacidade de condução de suas equipes, aprimorando sua comunicação e relacionamento interpessoal para fomentar autonomia da equipe. Desenvolver novas habilidades de liderança.

Principais tópicos

* Coach e o líder como coach
* Comunicação e um elogio ao diálogo
* Feedback

Autoria



Carlos Legal

Graduado em administração de empresas com pós-graduação em gestão estratégica do conhecimento e da inovação. Coach certificado pelo ASTD Coaching Certificate Program e Sistema ISOR. É membro da SOL Brasil - Society for Organizational Learning. Professor convidado de MBAs e pós-graduações do Senac-SP, UNIP, Anhanguera Educacional e Fundação Educacional de Ituverava.

Clique aqui para se cadastrar.

Assista: O procurador federal Deltan Dallagnol divulga 10 medidas contra a corrupção


O Coordenador da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol tem apostado em uma cruzada midiática para divulgar o projeto de lei de iniciativa popular 10 medidas contra a corrupção, apoiado pelo Ministério Público Federal. Alem de conceder entrevistas e viajar pelo país para dar palestras, até mesmo em templo religioso, o procurador gravou um vídeo, divulgado pela internet, em que pede ajuda para “construir um país mais justo.
Assista o Vídeo abaixo.






Sobre o Autor:
David Brito David Brito é graduado em Filosofia, ativista da informação digital e das redes, é organizador do Blog Outro Olhar.

Coelba corta a luz da Ufba


por Nelson Rocha no Tribuna da Bahia

Uma dívida da Universidade Federal da Bahia no valor de R$ 2.300 milhões referente ao atraso do pagamento das contas de luz dos meses de maio e junho deste ano, fez com que a Coelba cortasse ontem, pela manhã, o fornecimento de energia elétrica da escola Politécnica, interrompendo um curso de engenharia industrial  com a participação de estudantes da universidade de Berlim ( Alemanha), da Faculdade de Administração e ameaçasse desligar o medidor da Reitoria, localizada no bairro do Canela. A demora da Ufba em quitar as faturas ocorreu  devido ao corte de verbas resultante do ajuste fiscal determinado pelo Ministério da Fazenda.
“Não é a primeira vez que experimentamos o desconforto de ter a ameaça, e às vezes não só a ameaça, mas como corte propriamente dito de fornecimento de energia. Isto evidentemente é um transtorno, não só para a área administrativa, mas muito particularmente para a vida das unidades. É bom que se lembre que não existem apenas atividades de ensino numa sala de aula. Existem atividades de pesquisa, atividades que são desenvolvidas em laboratório com equipamentos e o corte de energia pode, no limite, significar a perda de um esforço de pesquisa que às vezes dura anos, e acarretar um prejuízo para a universidade”, disse à Tribuna o vice reitor da Ufba, professor Paulo Miguez.
Conforme Paulo Miguez, por conta das restrições orçamentárias realizadas pelo governo federal, que atingem também outras universidades do país, a instituição tem experimentado dificuldades no pagamento de alguns serviços prestados e contratados, inclusive fornecimento de água e vigilância, entre outros. “Estes atrasos têm feito com que a universidade venha a enfrentar, por vezes, atitudes de muita compreensão de alguns fornecedores, que têm compreendido esta situação e mantido o fornecimento dos serviços. Desgraçadamente não é o que acontece em relação a outros fornecedores. É o caso especificamente da Coelba, que fornece a nós e à sociedade baiana, um serviço de primeiríssima necessidade, que é a energia elétrica, e que não consegue compreender que essa instituição Universidade Federal da Bahia não pode ser tratada apenas numa perspectiva meramente comercial”.
Ainda segundo o vice reitor da Ufba, e reitor em exercício por motivo de viagem à Brasília do titular, João Carlos Sales, “ da mesma maneira que a Coelba compreende que é impossível que se aceite o corte de energia elétrica de um hospital, porque ali há risco de vida, ao cortar o fornecimento de energia de uma escola, e especialmente de uma universidade, aonde além do ensino se realiza pesquisa, ela demonstra, infelizmente, uma falta de compreensão sobre o significado de uma universidade como um equipamento social da mais alta relevância. Isto não significa que a universidade esteja querendo fazer com que fornecedores abram mão do direito que têm de receber pelo serviço prestado. O que a universidade realmente gostaria é de que houvesse uma compreensão de que estas dívidas estão reconhecidas e que elas serão pagas, com atraso, mas elas serão pagas e que esta situação independe inclusive de uma ação imediata da universidade. Nós dependemos de recursos da área federal, e estamos sofrendo constrangimentos, nesse momento, por conta do ajuste de contas que o governo vem fazendo na economia”, concluiu. Paulo Miguez.
A Tribuna entrou em contato com a Coelba que, através de sua assessoria de comunicação, informou que no início da tarde de ontem o fornecimento de energia na unidade Politécnica já havia sido restabelecido, assim como da Faculdade de Administração.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Conjuração Baiana

        A partir de meados do século XVII, já com o sistema colonial montado em sua estrutura mercantilista e escravocrata, o Brasil teve que enfrentar uma série de rebeliões em boa parte de seu território. Essas rebeliões foram denominadas por vários pesquisadores de Rebeliões Nativistas, pois foram organizadas, em sua maioria, por nativos brasileiros. A Inconfidência Mineira é um dos exemplos mais patentes, a Conjuração Baiana, outro.
    A Conjuração Baiana ficou também conhecida como Conjuração dos Alfaiates, pois grande parte de seus integrantes era composta de homens pobres e mestiços, soldados, negros livres ou alforriados e diversos profissionais urbanos, dentre estes, muitos alfaiates. Como disse o historiador Boris Fausto, a conjuração (nome que significa conspiração) estava relacionada com os quadros gerais dessas rebeliões nativistas, mas, especificamente, tem muito a ver também com as péssimas condições de sobrevivência na cidade de Salvador:

[...] A escassez de gêneros alimentícios e a carestia deram origem a vários motins na cidade, entre 1797 e 1798. No sábado de aleluia de 1797, por exemplo, os escravos que transportavam grandes quantidades de carne destinada ao general-comandante de Salvador foram atacados pela multidão faminta e seu fardo dividido entre os atacantes e as negras que vendiam quitute na rua”.[1]

    Essa descrição de Boris Fausto deixa evidente a situação de privação extrema que assolava a Bahia à época. Os conspiradores, inspirados pelas ideias iluministas e pela luta por direitos empreendida pelos revolucionários franceses, procuravam levantar a bandeira da proclamação da República, do fim do sistema escravagista, da adoção do livre-comércio, dentre outras pautas. Apesar de possuírem uma organização de ideias com sustentação, a conjuração não chegou a culminar em nenhum ato político importante, pois seus líderes foram logo presos pelo governo da Bahia, julgados e condenados.
    Quatro desses líderes foram condenados à forca e esquartejados, enquanto outros foram banidos ou permaneceram presos. Tal como Tiradentes, na Inconfidência Mineira, serviu de exemplo ao ter sido enforcado e esquartejado, os quatro conspiradores da Bahia também tiveram o mesmo destino fatídico. O crime de traição era considerado um dos mais graves pela Coroa Portuguesa e pelo Governo Geral do Brasil, subordinado a ela.

(Por Me. Cláudio Fernandes / Fonte: História do Mundo)


NOTAS:
[1] Fausto, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013. p. 103



Sobre o Autor:
Tosta Neto Tosta Neto é Escritor e Historiador, Colunista do Outro Olhar Amargosa.

sábado, 25 de julho de 2015

Fernando Henrique Cardoso negar o interesse em conversar com a gestão Dilma Rousseff


Após articulações do ex-presidente Lula, na quinta (23), ao buscar encontro com FHC para discutir crise e conter impeachment  segundo o jornal Folha de São Paulo, fato que ganhou maior repercução após o endoço de ministros do governo Dilma , neste sábado (25), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais para negar o interesse em conversar com a gestão Dilma Rousseff e afirmou que encontros privados poderiam parecer conchavo para salvar o "o que não deve ser salvo". "O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo", escreveu o ex-presidente em sua página no Facebook.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria interessado em se reunir com seu antecessor pra uma conversa sobre as crises econômica e política que assolam o país. Entre os temas do encontro estaria também a discussão envolvendo um possível processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Incompetência e corrupção destruiram poção magica do Brasil, diz Financial Times


Foi com o editorial entitulado (Recession and graft: the growing rot in Brazil) "Recessão e propina: a crescente podridão do Brasil", que ontem (22), o jornal britânico Financial Times afirma, que incompetência, arrogância e corrupção destruíram a poção mágica do Brasil, e que a situação no país foi agravada pelo escândalo de corrupção na Petrobras.
Segundo a publicação, a crise que o governo Dilma Rousseff passa cresce devido a problemas econômicos e à baixa aprovação da petista, além da corrupção. Não admira que o Brasil de hoje tenha sido comparado a um filme de terror sem , diz o editorial, em referência à frase do presidente do Senado, Renan Calheiros.
O jornal, porém, avalia que os desdobramentos da Operação Lava Jato demonstram a força das instituições democráticas brasileiras e que o pior cenário, "o de um impeachment caótico", pode ser evitado. Confira AQUI TRADUÇÃO DO ARTIGO NA INTEGRA pelo site Folha de São P..

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Dilma corta verba para pré-escola e creche; vagas eram promessa eleitoral - 22/07/2015 -em Folha de S.Paulo


   por Flávia Faroque  para o Folha de São Paulo 22/07/2015





A expansão da oferta de vagas em e pré-escolas no país, uma das promessas do governo Dilma Rousseff (PT), será afetada pela redução do orçamento do Ministério da Educação.Do total de R$ 9,2 bilhões cortados na pasta, R$ 3,4 bilhões (37%) eram destinados à construção de unidades de educação infantil, além de quadras esportivas.



Para gestores, a medida vai comprometer a obrigatoriedade de matrícula, a partir de 2016, de todas as crianças de 4 e 5 anos, prevista na legislação desde 2009. Segundo dados de 2013 (os mais recentes disponíveis), a taxa de atendimento dessa faixa etária é de 87,9%.

“Como podemos ser uma pátria educadora sem financiamento?” questiona, em referência ao slogan do governo federal, Edelson Penaforth, secretário municipal de educação de Tonantins (AM) e presidente da Undime (entidade que reúne secretários municipais de educação) na região Norte.

Com população de 18 mil habitantes, a cidade solicitou recursos para a construção de duas creches, mas as obras ainda não começaram. O não repasse de recursos certamente vai atrasar o atendimento das metas [de inclusão de crianças diz Eduardo Deschamps, presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação).


UNIVERSIDADES 

A conclusão de obras no ensino superior também terá o cronograma adiado. Segundo dados obtidos pela Folha, o corte em universidades e institutos federais será de R$ 1,9 bilhão, de um total da ordem de R$ 3,2 bilhões para investimentos. nselho Nacional de Secretários de Educação).

Obras com mais de 70% de conclusão terão prioridade para receber a verba. Com isso, na UFABC (Universidade Federal do ABC), por exemplo, a expansão do campus de São Bernardo foi adiada para 2016.

As universidades federais também foram afetadas pela redução do orçamento da Capes, agência federal de fomento à pesquisa. O corte de verba diminuiu os recursos para atividades e bolsas de pós-graduação.
Na UnB (Universidade de Brasília), o repasse caiu de R$ 4 milhões para R$ 1 milhão, segundo o decano de planejamento e orçamento da universidade, César Tibúrcio. "Por conta disto, muitas bancas de mestrado e doutorado estão ocorrendo via Skype ou similar", disse ele.

Uma das principais bandeiras da campanha à reeleição de Dilma no ano passado, o Pronatec (programa de ensino técnico e profissional) também foi afetado pelo ajuste fiscal do governo.
A redução de 3 milhões para 1 milhão de vagas no programa representou economia de cerca de R$ 400 milhões. Os cortes também atingiram as emendas ao Orçamento destinadas à educação por deputados e senadores, e a Avaliação Nacional da Alfabetização, que seria realizada pelo Inep (instituto ligado ao MEC), foi suspensa, conforme publicado no jornal "O Estado de S. Paulo.


OUTRO LADO 

O Ministério da Educação afirma que estão garantidos os recursos para obras em andamento de creches, escolas e quadras. Novas obras serão redimensionadas.


O ministério destaca ainda que o ajuste realizado pelo governo federal "preserva os programas e ações estruturantes e essenciais em educação, que carrega o lema do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). 

Assim, programas como Pronatec e Ciência sem Fronteiras têm sua continuidade garantida este ano, mas também haverá redimensionamento da oferta. Segundo a Capes, mais de 14 mil bolsistas do Ciência sem Fronteiras, selecionados em edital de 2014, irão para o exterior neste semestre.
Esse grupo ainda faz parte da meta inicial do programa, de conceder 101 mil bolsas. Somente após esses estudantes estarem em suas instituições de destino serão definidas novas etapas do programa, informou a Capes. A promessa do segundo mandato de Dilma é enviar mais 100 mil ao exterior.

O Inep diz que o cancelamento da avaliação de alfabetização foi motivado por questões pedagógicas, já que neste ano será possível fazer uma comparação entre os resultados obtidos em 2014 e 2013. Em 2016, a aplicação da prova será retomada.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Prefeita de Amargosa reforça pedidos de melhorias na segurança pública


EXCLUSIVO: Prefeita de Amargosa recebe neste momento o Secretário de Segurança Pública do Estado.

Após um ano da visita do Secretário de Segurança Pública do Estado a Amargosa, a prefeita Karina Silva voltou a cobrar a efetivação das ações prometida para melhorar a segurança na cidade. Entre as reivindicações protocoladas mais uma vez, estão a implementação da imediata construção do Complexo Policial, cujo terreno
já foi doado pela Prefeitura ao Estado desde 2013, disponibilização de novas viaturas, bem como aumento do efetivo e mais equipamentos paras as policias civil e militar. A prefeita lembrou que há um ano, quando a

cidade enfrentou uma onda de violência após a morte de uma criança durante uma ação policial, foi o próprio Secretário Mauricio Barbosa, quando esteve no município, que prometeu atender estas antigas reivindicações. 
De lá para cá, somente a implantação da 99ª Cia. Independente de Policia Militar foi atendida. Mas como se trata de fato novo, até agora não houve  aumento do número de policiais nem novos equipamentos chegaram. A nova solicitação foi feita nesta quinta feira (16), durante evento promovido em Salvador pela UPB. Cidades do interior com vida pacata e moradores dormindo com as portas de casa abertas são coisas do passado no interior da Bahia. Relatos de violência, assalto a bancos e tráfico de drogas foram feitos hoje (16/7) por prefeitos baianos que se reuniram em um seminário com o secretário estadual de Segurança Pública, Maurício Barbosa, e representantes das polícias Civil e Militar. O encontro organizado pela União dos Municípios da Bahia (UPB) teve como objetivo articular a cooperação entre estado e prefeituras no combate e prevenção de crimes.  
Informação e Fotos de Ascom - PMA

Manifestação fecha dois sentidos da BA-026, entre as cidades de Santo Antônio de Jesus e Amargosa


Cerca de 50 pessoas protestam na BA-026, no povoado de Varzedo, entre as cidades de Santo Antônio de Jesus e Amargosa, a 200 quilômetros de Salvador, desde as 5h desta segunda-feira (20). As informações são da Polícia Rodoviária Estadual (PRE).
De acordo com a PRE, os manifestantes queimaram pneus e galhos de árvores para bloquear as pistas. Eles pedem melhorias na rodovia. A polícia não soube informar se há congestionamento na região.
Motoristas que passam pelo local são orientados pelos agentes a retornar e não causar retenção no tráfego, pois os moradores não permitem a passagem de veículos, apenas ambulâncias. Até por volta das 8h, a situação não havia sido resolvida. 
(Notícia do G1)

domingo, 19 de julho de 2015

“O PMDB já deveria ter saído dessa aliança há muito tempo", declarou o senador Ricardo Ferraço do PMDB à Jovem Pan.


  O senador peemedebista Ricardo Ferraço (ES) classifica o embate entre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a presidente Dilma Rousseff como “crise pessoal”. “Os problemas pessoais não podem alterar a necessidade daquilo que precisamos continuar fazendo, que é adotar as medidas que possam dotar o Brasil de meios e formas para mudar aquilo que não está indo bem”, diz em entrevista exclusiva à Jovem Pan neste domingo (19).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cunha libera 11 ofícios de impeachment

Eduardo Cunha está mesmo disposto a derrubar Dilma Rousseff.
Foto do ofício de Cunha


Segunda o site Congresso em Foco, depois de anunciar rompimento pessoal com o governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha libera 11 ofícios de impeachment. O Deputado Jair Bolsonaro e outros dez cidadãos assinam os requerimentos de impedimento presidencial de Dilma, e Eduardo Cunha os aciona para que atualizem os documentos. Com os ofícios, presidente da Câmara cumpre promessas de retaliação no dia de seu rompimento com o governo. 

Vídeo Análise: Eduardo Cunha rompe com planalto e mudar o foco em torno de sua figura

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), soube muito bem mudar o foco em torno de seu nome ao oficializar, na manhã desta sexta-feira (17), o seu rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff.
A avaliação é da editora interina do Painel, Natuza Nery, que participou da transmissão ao vivo da "TV Folha" com os repórteres especiais Fernando Canzian e Raquel Landim.
Vídeo Abaixo

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Em meio a baixa popularidade, paulistanos deixam recados para Dilma




Em meio a baixa popularidade, paulistanos deixam recados para Dilma


veja o vídeo

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Vídeo: Nas ruas de Atenas, voluntários oferecem comida aos desempregados


Todos os dias, um grupo de voluntários prepara comida para quem precisa nas ruas de Atenas na Grécia. A ajuda tem como alvo desempregados por causa da crise financeira ou imigrantes.

Veja o Vídeo



Amargosa, a Atenas do Vale do Jiquiriçá

  No século XXI, o advento do ensino superior transformou Amargosa num polo universitário. Uma revolução educacional jamais vista na história desta amarga cidade, pois provocou uma corrida tresloucada pelo conhecimento. A educação passou a ser prioridade, posicionada no patamar equiparável aos países de Primeiro Mundo.
    As pessoas invadiram e lotaram as incontáveis bibliotecas, sedentas para devorar os Clássicos da Literatura Universal. Na esfera comercial, várias livrarias foram abertas, objetivando sanar a demanda desenfreada pela leitura. Em Amargosa, visualiza-se uma situação sui generis: há mais livrarias que bares. Quando caminho pelas praças, fico feliz em observar leitores debruçados e absortos em Machado de Assis, José de Alencar, Goethe, Eça de Queirós, Gustave Flaubert...
    Amargosa passou a abrigar em seu ventre um público universitário pujante que visa essencialmente a apreensão da sabedoria. O aroma de estudo exala pelos quatro cantos da “Cidade Jardim”, cujo vigor é incrementado por um assomar de cursinhos cheios de estudantes. Diálogos entre as universidades e a comunidade ensejaram a valorização da cultura local, esta última, frutificada por uma sensibilidade artística que aflorou com o hábito da leitura. Ademais, a Feira Amargosense do Livro conquistou o seu espaço no calendário da literatura nacional, rivalizando com a Festa Literária Internacional de Cachoeira.
    A inspiração pelos estudos é tão estupenda que ecoou nos representantes dos poderes executivo e legislativo. Nossos governantes adotaram O Contrato Social de Rousseau como “livro de cabeceira” e passaram a atuar em prol dos anseios do povo; os interesses pessoais foram peremptoriamente aniquilados e o ideal de estadista foi consolidado no campo da práxis. Ao ouvir os políticos de Amargosa, eu sou persuadido a ler Do Cidadão de Hobbes, Segundo tratado sobre o governo de John Locke e a Utopia de Thomas Morus. Os governantes amargosenses possibilitaram a corporificação do conceito de “filósofo-rei” da obra A República.
    Consoante o que testemunho no dia a dia, concluo que Amargosa se tornou a Atenas do Vale do Jiquiriçá, uma espécie de pólis educacional que reviveu a Academia de Platão, o Liceu de Aristóteles e a famosíssima Biblioteca de Alexandria. Inestimável leitor, eu não nego para ti, meu amor pela leitura, o qual, conduziu-me à arte da escrita e, graças aos Deuses do Olimpo, moro na cidade que trata a leitura e a educação como primazia fazendo jus à “Pátria Educadora”.


Tosta Neto, 15/07/2015

Sobre o Autor:
Tosta Neto Tosta Neto é Escritor e Historiador, Colunista do Outro Olhar Amargosa.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Polícia Federal cumpre mandado na casa de pessoas ligadas a João Leão


Nesta terça-feira (14)  um dos alvos da Operação Politeia, decorrente dos inquéritos originário da Lava Jato que correm no STF e envolvem suspeitos com foro privilegiado, é o vice-governador João Leão (PP), que anteriormente afirmou ter cagado e andado para as investigações. Agentes da Polícia Federal cumprem mandado de busca e apreensão na residência de pessoas ligadas ao ex-deputado, citado em delação premiada por Alberto Youssef, no condomínio Foz do Joanes, em Buraquinho. Agentes também cumprem mandado no apartamento de Mário Negromonte e na sede do Tribunal de Contas dos Municípios e na casa do senador Fernando Collor de Melo (PTB).

Cunha discute impeachment com ministro do Supremo

Foto/ Folha de São Paulo
Segundo reportagem do Folha de São Paulona última quinta-feira (9) o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reuniu-se com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e com o deputado Paulinho da Força (SD-SP), dirigente da segunda maior central sindical do país, para avaliar, entre outros temas, cenários da atual crise política, incluindo um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.O encontro, um café da manhã na residência oficial da Presidência da Câmara. 

Tudo é epílogo depois que a Dilma e o Lewandowski reuniram-se em Portugal

Fachada do hotel em que Dilma se reuniu com Lewandowski e Cardozo, na cidade portuguesa do Porto

Tudo é epílogo depois que a Dilma e o Lewandowski reuniram-se em Portugal

por Josias de Souza, do portal UOL
O que aconteceu na última terça-feira, dia 7 de julho, durante a passagem de Dilma Rousseff pelo Hotel Sheraton, na cidade portuguesa do Porto? Pode-se afirmar com 100% de certeza que lá, na elegante hospedaria, a presidente se encontrou com o comandante do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Pode-se declarar também, sem margem para dúvidas, que os três tentaram manter a reunião em segredo. Por último, é imperioso constatar que essa conversa, por disparatada, jamais deveria ter ocorrido.
Desde que o primeiro delator da Lava Jato começou a soar, a plateia esperava pelo sinal de que o fim, ou pelo menos a encrenca terminal que empurraria a cena para o caos, estivesse próximo. Aguardava-se o fato que justificasse o uso do ponto de exclamação que se escuta quando as pessoas dizem “não é possível!” Pois bem, o sinal foi dado. Esse episódio do encontro que se pretendia clandestino de Dilma com Lewandowski e Cardozo vai ficar, no enredo da tragicomédia nacional, como um marco da derrocada. De agora em diante, tudo é epílogo.
Depois de Paulo Roberto Costa, o Paulinho, já moveram os lábios outros 17 delatores. O mais recente foi Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC e coordenador do cartel que roubou pelo menos R$ 19 bilhões dos cofres da Petrobras. Antes dessa delação, Dilma silenciava sobre a Lava Jato. Era problema do PT. Por mal dos pecados, os depoimentos de Pessoa empurraram para dentro da caixa registradora da última campanha da presidente R$ 7,5 milhões roubados na Petrobras. E madame teve de dizer algo: “Não respeito delator”.
Dentro de dois dias, a Justiça Eleitoral tomará o depoimento de Ricardo Pessoa. E os R$ 7,5 milhões podem ser enfiados nas páginas de um processo em que o Tribunal Superior Eleitoral perscruta a prestação de contas da campanha de Dilma. O julgamento está previsto para setembro. Em tese, o veredicto pode levar à destituição de Dilma e do vice-presidente Michel Temer. Dessa decisão caberia um recurso para o STF de Lewandowski.
Outro assunto que pode morrer na Suprema Corte é o parecer que o Tribunal de Contas da União emitirá em agosto sobre a contabilidade do governo Dilma referente a 2014. São grandes, muitos grandes, enormes as chances de o TCU rejeitar a escrituração do governo. Algo que, no limite, poderia levar à abertura no Congresso de um processo de afastamento de Dilma pela prática de crime de responsabilidade.
Foi contra esse pano de fundo que Dilma conversou com Lewandowski e Cardozo em Portugal. Descobertos pelo repórter Gerson Camarotti, eles tentam emplacar uma fantasia que não faz nexo. Nessa versão, difundida pelo ministro da Justiça, sua chefe e o presidente do Supremo conversaram sobre o projeto que concedeu aos servidores do Judiciário reajuste salarial médio de 59,5%.
Veja bem: Dilma e Lewandowski trabalham em prédios vizinhos, um defronte do outro, com a Praça dos Três Poderes de permeio. Poderiam conversar sobre salários de servidores numa audiência oficial, em Brasília. Mas querem convencer a plateia de que, tendo cruzado o Atlântico, alguma razão inadiável levou-os a dialogar sobre a folha do Judiciário num furtivo encontro noturno, no faustoso hotel de Portugal. A esse ponto chegamos: o absurdo adquiriu uma doce, persuasiva, admirável naturalidade.
O brasileiro é um sujeito de poucos espantos. Horroriza-se pouco, é verdade. Mas convém não cutucar a paciência alheia com vara tão curta. Dilma estava a caminho da Rússia. Aterrissou em Portugal a pretexto de reabastecer o jato presidencial. Em vez de Lisboa, preferiu o Porto. Lewandowski e Cardozo estavam na cidade de Coimbra. Participavam de um seminário de nome sugestivo: “O Direito em Tempos de Incertezas.”
Na versão oficial, Lewandowski soube por Cardozo que Dilma faria escala em Portugal. E pediu ao ministro da Justiça que intermediasse o encontro com a presidente. Em Brasília, o mandachuva do STF poderia cruzar a praça a pé para chegar à sala de Dilma. Em Portugal, teve que vencer os cerca de 120 quilômetros que separam Coimbra do Porto. E querem que ninguém faça a concessão de uma surpresa. É certo que o brasileiro baniu dos seus hábitos o ponto de exclamação. Mas há limites para o cinismo.
Em agosto de 2007, quando a denúncia da Procuradoria da República sobre o escândalo do mensalão foi convertida pelo STF em ação penal, Lewandowski foi o ministro que mais divergiu do voto do relator Joaquim Barbosa. Foram 12 divergências. Discordou, por exemplo, do acolhimento da denúncia contra José Dirceu e José Genoino por formação de quadrilha.
A despeito das diferenças, o Supremo mandou ao banco dos réus todos os acusados. Terminada a sessão, Lewandowski foi jantar com amigos numa casa de repastos chamada Expand Wine Store. Em dado momento, soou-lhe o celular. Era o irmão, Marcelo Lewandowski.
O ministro levantou-se da mesa e foi para o jardim externo do restaurante. Para azar de Lewandowski, a repórter Vera Magalhães, acomodada em mesa próxima,ouviu algumas de suas frases. Coisas assim: “A imprensa acuou o Supremo. […] Todo mundo votou com a faca no pescoço.” Ou assim: “A tendência era amaciar para o Dirceu”.
Lewandowski insinuou que, no seu caso, o amaciamento não traria prejuízos à imagem: “Para mim não ficou tão mal, todo mundo sabe que eu sou independente”. Deu a entender que, não fosse pela “faca no pescoço”, poderia ter divergido muito mais: “Não tenha dúvida. Eu estava tinindo nos cascos.”
Convertidas em manchete, as frases de Lewandowski produziram constrangimento no STF. Presidente do tribunal na época, Ellen Gracie, hoje aposentada, divulgou uma nota. Nela, escreveu:
“O Supremo Tribunal Federal – que não permite nem tolera que pressões externas interfiram em suas decisões – vem reafirmar o que testemunham sua longa história e a opinião pública nacional, que são a dignidade da Corte, a honorabilidade de seus ministros e a absoluta independência e transparência dos seus julgamentos. Os fatos, sobretudo os mais recentes, falam por si e dispensam maiores explicações.”
Dos oito ministros indicados por Lula, Lewandowski foi o primeiro cujo nome seguiu para o Diário Oficial depois da explosão do mensalão. O escândalo ganhou o noticiário em maio de 2005, quando Roberto Jefferson jogou o esquema no ventilador numa entrevista à repórter Renata Lo Prete. E Lewandowski chegou ao tribunal em fevereiro de 2006.
Professor com mestrado e doutorado na USP, Lewandowski era desembargador em São Paulo quando Lula o escolheu. Formara-se na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, berço sindical e político de Lula. A família Silva não lhe era estranha. A mãe do ministro fora vizinha de Marisa Letícia, a mulher de Lula. No julgamento do mensalão, mostrou-se solidário sempre que topou com petistas graúdos.
Considerando-se o cargo em que está investido no momento, seria recomendável que Lewandowski narrasse aos colegas de toga e ao país, em sessão pública, transmitida pela TV Justiça, o que sucedeu entre as quatro paredes do Sheraton, na cidade do Porto, na noite da última terça-feira, dia 7 de julho. Seu silêncio pode levar as almas mais desconfiadas a supor que Lewandowski continua “tinindo nos cascos''.
Quanto ao resto dos brasileiros, entre eles os deputados que ouvirão José Eduardo Cardozo na CPI da Petrobras na próxima quarta-feira, ai dos que ousarem encarar os fatos sem horror. Sobretudo depois que ficou entendido que, a partir de agora, tudo é epílogo. Pode ser um epílogo curto ou longo. Só não pode ser medíocre.

Alexandre Garcia ironiza encontro casual entre Dilma e Lewandowski

O jornalista Alexandre Garcia iniciou seu comentário na Radio Metrópole, nesta segunda-feira (13), ironizando o suposto encontro “casual” entre a presidente Dilma Rousseff e o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), na cidade do Porto, em Portugal. “A presidente estava indo para a Rússia,iria fazer uma escala em Lisboa e decidiu de última hora parar no Porto, onde encontrou Lewandowski.  Encontro entre dois chefes de poder. Então a gente imagina que o assunto foi a Lava-Jato e não o aumento do judiciário”, alfineta.
Ouça na integra

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Dinheiro desviado da Petrobras também pagou prostitutas famosas, dizem delatores


Os valores desviados no esquema de corrupção da Petrobras, investigado na Operação Lava Jato, também foram usados para pagar serviços de prostituição de luxo para diretores da estatal e políticos, conforme relatos de delatores às autoridades.  A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

O doleiro Alberto Yousseff e seu emissário, Rafael Angulo Lopez, contaram que foram gastos, apenas em 2012, cerca de R$ 150 mil para financiar a contratação das prostitutas - algumas delas conhecidas em programas de TV, capas de revistas e desfiles de escolas de samba.  

Uma das festas bancadas com as garotas, no terraço do hotel Unique, em São Paulo, custou R$ 90 mil. Embora prostituição não seja considerado crime, a exploração sexual é.

USP disponibiliza mais de 3.000 livros grátis para download.


Informação CANAL DO ENSINO
A USP tem um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

É possível pesquisar, visualizar e fazer o download de mais de 3.000 títulos de seu acervo, permanece à disposição de toda a comunidade, de maneira democrática e universal, acessível por meio de ferramenta de busca disponível no site da BBM.

O acervo do projeto foi digitalizado à partir das obras da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, que pertence à USP.  Foi criada, em janeiro de 2005, para abrigar e integrar a brasiliana reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A coleção foi doada pela família Mindlin à USP. São cerca de 17.000 títulos, ou 40.000 volumes, mas nem tudo ainda está digitalizado. Parte do acervo doado pertencia ao bibliófilo Rubens Borba de Moraes, cuja biblioteca foi guardada por Guita e José Mindlin desde a sua morte.

Para a Universidade de São Paulo, o objetivo do projeto de digitalização do acervo é tornar irrestrito o acesso aos fundos públicos de informação e documentação científica sob sua guarda.

Os objetos digitais disponibilizados pela Brasiliana Digital (livros, imagens, mapas, periódicos, obras de referências e manuscritos) vêm acompanhados de uma notificação sobre os direitos de uso das obras. Existem algumas regras para a utilização dos conteúdos, como a proibição do uso dos documentos e livros para uso comercial e a citação da fonte sempre que utilizar o conteúdo em outro contexto.

A busca no acervo digital pode ser feita diretamente neste endereço ou por meio das caixas de busca presentes na página inicial do site. O acervo está dividido por título, autor, assunto ou pela data de publicação. O cidadão pode encontrar desde conteúdos sobre o abolicionismo, ou sobre o teatro em Portugal. Também acessar obras do escritor Machado de Assis, ou de Euclides da Cunha. Ler as primeiras edições do jornal Correio Braziliense, ou os manuscritos alemães que datam de 1525.

Clique aqui para acessar todos os livros

domingo, 12 de julho de 2015

Eleitores de cidades maranhenses que deram mais de 80% dos votos à Dilma se dizem arrependidos



Manoel, que recebe R$ 15 por saco produzido em fábrica de farinha, desabafa: “Quem trabalha não tem valor” - Elvira Lobato



A crise econômica, o descumprimento de promessas de campanha e corrupção são criticados por moradores

PINDARÉ-MIRIM, IGARAPÉ DO MEIO, OLHO D’ÁGUA DAS CUNHÃS, ROSÁRIO E ALTO ALEGRE DO MARANHÃO — A popularidade da presidente Dilma Rousseff despencou em povoados pobres do Maranhão, onde, há apenas oito meses, ela obteve mais de 80% dos votos válidos no segundo turno da eleição. A crise econômica, o descumprimento de promessas de campanha e a corrupção na Petrobras revelada pela Operação Lava-Jato são criticados por moradores em conversas em frente a casebres de barro e telhados de palha.


sábado, 11 de julho de 2015

Vídeo:Duas reflexões sobre o célebre discurso da "mulher sapiens"



Comentários no Jornal Cultura em 25/06/2015 por  Flavio Bierrenbach advogado e pelo historiador Leandro Karnal


quinta-feira, 9 de julho de 2015

NOTA SOBRE O PROTESTO NA BA-026

  

    Na manhã da última quinta (09/07/2015), cidadãos protestaram contra o péssimo estado de conservação da BA-026, protesto que ganhou destaque na imprensa local e nas redes sociais. Este protesto é um fato simbólico, pois retrata a insatisfação da população com a precariedade das estradas brasileiras e a incompetência do Estado em administrá-las.
   A BA-026 corta uma região com relevo deveras acidentado e a sua construção demonstra problemas estruturais, haja vista o número exarcebado de curvas e a ausência de acostamento. Esta via é estratégica, ligando dois municípios com economias robustas, Amargosa com ênfase na agropecuária, e Santo Antônio, no comércio; cidades que também abrigam importantes universidades da Bahia, como a UNEB e a UFRB.
    Diante da multiplicação de crateras na BA-026, somos levados a questionar: Quantos professores se deslocam diariamente? Quantos estudantes vão e voltam? Quantos pacientes viajam em busca de tratamento médico? Quantos motoristas percorrem esta via? Enquanto isso, o Estado incompetente e inepto se mostra surdo para as perguntas supracitadas.

Sobre o Autor:
Tosta Neto Tosta Neto é Escritor e Historiador, Colunista do Outro Olhar.

CPI da Petrobras convoca ministro da Justiça e Marcelo Odebrecht

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras aprovou nesta quinta-feira (9) 73 requerimentos de convocação de depoentes, pedidos de informação a diversos órgãos, acareações e quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônicos. Entre as convocações aprovadas, estão as do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do empresário Marcelo Odebrecht.
Diante da pressão da oposição para a convocação de ministros, o relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), acabou cedendo para poupar o ex-ministro José Dirceu e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social da Presidência).
Cardozo vem sendo criticado internamente no PT por causa de investigações da Polícia Federal no âmbito das operações Lava Jato e Acrônimo, que envolvem figuras ilustres do partido. O ministro é acusado por petistas de não controlar as investigações e os vazamentos, considerados "seletivos".
O ministro deve falar sobre as escutas ilegais encontradas na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Pelo mesmo motivo, foram convocados os delegados federais envolvidos no caso. Sobre a convocação do ministro, Luiz Sérgio disse que era preciso chamá-lo para esclarecer alguns acontecimentos envolvendo as investigações.
Também foi convocado o empresário Julio Camargo, ex-representante no Brasil da empresa Toyo Setal. Ele fez acordo de colaboração com a Justiça e disse que houve pagamento de propina a diretores da Petrobras, intermediada por Fernando Soares, preso em Curitiba e apontado como operador do PMDB no esquema de desvio de dinheiro da estatal – o que ele e o partido negam.
Jaime de Oliveira, também convocado, é policial civil do Rio de Janeiro e é acusado de transportar dinheiro de propina a serviço do doleiro Alberto Youssef.
A CPI também quebrou os sigilos bancário, fiscal e telefônico de duas filhas, da mulher e da irmã do doleiro Alberto Youssef: as filhas Taminy Youssef e Kemelly Caroline Fujiwara Youssef; a mulher, Joana Darc Fernandes Youssef; e a irmã Olga Youssef.
Foi aprovada a convocação do presidente da empreiteira Odebrecht, Marcelo Odebrecht, preso em Curitiba pela operação Lava Jato. A CPI quer ouvir ainda a advogada Beatriz Catta Preta, que defende os delatores Pedro Barusco (ex-gerente da área de Serviços da Petrobras) e Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento).
Foram aprovados ainda novos pedidos de acareação: entre Pedro Barusco, Shinko Nakandakari (operador de estaleiros) e Glauco Legati (funcionário da Petrobras); e entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto (executivo da Toyo Setal), Renato Duque (ex-diretor da Petrobras) e João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT).
Ainda não há data marcada para os depoimentos e acareações aprovados hoje. 
(*Com Estadão Conteúdo e Agência Câmara)

 
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