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sábado, 31 de dezembro de 2016

De onde vêm algumas das principais superstições de Ano Novo?

O Réveillon é uma festa repleta de otimismo, uma noite em que a passagem de ano nos dá a esperança de que tudo pode melhorar, desde nossa situação financeira à felicidade.
E muita gente acredita que pode dar um "empurrão" na realização de metas se seguir tradições e superstições. No Brasil e na América Latina, existem inúmeros "rituais" de Ano Novo. Abaixo estão quatro dos mais populares e que tentamos explicar de onde vêm.

Uvas à meia-noite
A tradição de comer 12 uvas exatamente à meia-noite chegou à América Latina graças aos espanhóis. Para se ter 12 meses de boa sorte e prosperidade, é necessário comer uma uva a cada uma das 12 badaladas. Segundo o jornalista americano Jeff Koehler, autor do livro Espanha, há duas teorias sobre as origens dessa superstição.
A primeira versão remontaria à década de 1880. Segundo jornais da época, a burguesia espanhola começou a imitar a francesa e a celebrar o Réveillon comendo uvas e tomando vinho espumante. "Pouco tempo depois, o costume foi adotado por pessoas que iam até a Porta do Sol (conhecido cartão postal de Madrid) para ouvir as badaladas da meia-noite. E comiam uvas, bem possivelmente para debochar da classe alta", escreveu Koehler, em um artigo para o site da rádio americana NPR.
A segunda teoria situa as origens algum tempo depois, mais precisamente em 1909. Naquele ano, os produtores vinícolas da região de Alicante, no Sudeste espanhol, tiveram um amplo excedente na safra das uvas brancas típicas locais, conhecidas como Aledo. Para vender o produto, usaram o baixo preço e criatividade: até hoje as frutas são conhecidas como as "uvas da boa sorte".
O costume sofreu algumas alterações na América Latina: além de consumir outras variedades de uvas por uma questão de estação, disponibilidade e preço, há quem coma passas.

A queima do boneco
A queima de bonecos é uma versão mais radical da Malhação de Judas
Diversos países latino-americanos têm na queima de bonecos um costume para datas importantes. Colômbia, Equador, Peru e Venezuela o fazem no fim do ano, e por isso o boneco invariavelmente é batizado de Ano Velho ou O Velho.
A ideia é juntar-se a parentes, amigos e vizinhos para criar bonecos que representem acontecimentos ou personagens negativos do ano que termina. E queimá-los como forma de, ao menos simbolicamente, deixá-los para trás.
As origens da tradição são variadas. Mas, no Equador, onde a queima do boneco se tornou um evento turístico, a prática teria começado na cidade de Guaiaquil, em 1895, em um contexto bem distinto.
"Dados históricos assinalam que, naquela época, a população de Guaiaquil se viu ameaçada por um surto de febre amarela. Como medida de proteção, as autoridades sanitárias recomendaram que fossem confeccionados espantalhos com palha e as roupas de familiares que haviam morrido", diz um texto no site do Ministério do Turismo equatoriano.
"Eles foram colocados nas ruas no último dia do ano e queimados à meia-noite", acrescenta o texto.

Saltar 7 ondas
Entrar no mar à meia-noite e saltar sete ondas, fazendo sete desejos, é um costume conhecido dos brasileiros. O mar está associado à purificação em muitas culturas ao longo da história. E, neste caso em particular, a tradição remete às raízes africanas.
O sete é um número espiritual na umbanda e está vinculada à deusa das águas, Iemanjá. Segundo esta tradição de Ano Novo, essa é uma forma de ganhar forças para passar por cima das dificuldades. Mas os saltos não podem ser feitos com as costas para o mar, pois isso traz má sorte com o dinheiro.

Vestir branco
O costume de vestir branco também vem das religiões africanas. Teria sido "emprestado" por leigos e católicos no Rio de Janeiro a partir dos rituais umbandistas na Praia de Copacabana. Originalmente, o uso do branco era uma homenagem ao deus Oxalá, mas passou a ser um símbolo de pedidos de paz no Ano Novo.

(Fonte: BBC Brasil)

Dubai é a primeira cidade a implementar indicadores sustentáveis

Iniciativa da União Internacional das Telecomunicações busca criar edifícios, sistemas de abastecimento de água e transporte inteligentes; objetivo é tornar as cidades mais habitáveis e ecológicas

A União Internacional das Telecomunicações, UIT, divulgou um relatório sobre a implementação dos indicadores chave para cidades inteligentes sustentáveis.
O primeiro estudo foi feito com Dubai, nos Emirados Árabes, a primeira cidade a se candidatar ao projeto-piloto em 2015.

Século 21
Depois vieram Cingapura; Manizales, na Colômbia; Montevidéu, no Uruguai; Buenos Aires, na Argentina; Valência, na Espanha; Santiago, no Chile; Rimini, na Itália e Wuxi, na China.
A iniciativa da UIT busca criar edifícios e sistemas de abastecimento de água e de transporte inteligentes para cidades no século 21.
O secretário-geral da agência da ONU, Houlin Zhao, afirmou que o objetivo é torná-las mais habitáveis e ecológicas.
Ele explicou que "as lições aprendidas em Dubai para se transformar numa cidade sustentável inteligente vão ter um grande valor para outras cidades".
O diretor de telecomunicações da UIT, Chaesub Lee, disse que "a meta da próxima fase da cooperação entre a agência e as autoridades locais é assegurar que os indicadores consigam ajudar a medir o progresso para se alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODSs".

(Fonte: eCycle / Rádio ONU)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

“Neoliberalismo: o oitavo pecado capital no Brasil” por Tosta Neto

No Brasil, persiste a tradição que o Estado deve imperar nos ditames econômicos do meio social, cujas raízes remontam à implantação do Governo-Geral em 1549 pelos portugueses no período colonial. O governador-geral era um típico vice-rei, simplesmente, tudo passava pelo seu crivo: distribuição de sesmarias, administração das capitanias, indicação para os cargos de capitão-mor, ouvidor-mor e provedor-mor, comércio de pau-brasil, etc. No Primeiro Reinado, a centralização governamental foi guarnecida com a criação do Poder Moderador. Na Regência, houvera a divisão de poder entre três regentes, voltando ao status anterior com a regência una. O Conselho de Ministros e o “parlamentarismo às avessas” no Segundo Reinado sinalizaram uma mudança na perspectiva governamental, mas o golpe militar que proclamou a República interrompeu o processo de mudança supracitado.
No plano das mentalidades, de forma quase natural, as pessoas encaram o Estado como provedor primordial de riqueza, ademais, visto como único órgão capaz de promover a justiça social e a equidade econômica. Os tentáculos estatais atingem a educação, saúde, infraestrutura e, sobretudo, o itinerário da economia. No Brasil, aparentemente, não há vida sem o Estado, logo, é um sacrilégio propor a alternativa neoliberal para nossa economia. Percebe-se também, uma confusão conceitual, quiçá um desconhecimento do termo em questão; é oportuno realizar abaixo um adendo sobre liberalismo e neoliberalismo.
A Inglaterra, berço da Revolução Industrial, é a mãe do liberalismo. No âmbito da filosofia política, o liberalismo foi pontuado por John Locke ainda no século XVII, porém o aprimoramento conceitual veio em 1776 com a publicação da obra-prima A Riqueza das Nações de Adam Smith, que ganhara a alcunha de “pai do liberalismo clássico”. As esteiras das fábricas foram os bastidores de maturação do liberalismo: ênfase na lei da oferta e da procura, defesa da propriedade privada e liberdade comercial. Em seguida, o século XIX trouxe a consolidação do sistema capitalista, a afirmação da ciência e a Belle Époque. No início do século XX, a Primeira Guerra frustrou essa euforia desenvolvimentista do capitalismo e contestações mais rijas ao liberalismo angariaram certa pujança.
O “sonho” liberal declinou na Crise de 1929, abrindo espaço para outra escola econômica, o keynesianismo, cujo Estado teria um papel interventor na economia. O keynesianismo teve um fôlego expressivo até a década de 1970, período que abrigou o ensaio de um novo paradigma econômico, o neoliberalismo, o qual, teve Margaret Thatcher e Ronald Reagan como principais entusiastas. Na ótica neoliberal, o Estado não intervém na economia e as privatizações são incentivadas; essas medidas objetivam a construção do “Estado Mínimo”. Apesar da distância temporal, o liberalismo e o neoliberalismo têm a mesma essência e algumas diferenças tênues, todavia, em ambos, a iniciativa privada é a mola propulsora da economia.
O neoliberalismo no Brasil é a personificação do oitavo pecado capital; ser neoliberal é sinônimo de burguês, capitalista cruel, inimigo das classes trabalhadoras, elitista opressor... Além das causas históricas, essa mentalidade antineoliberal foi gestada e parida nos ventres acadêmicos. Nas universidades brasileiras, existe o pensamento hegemônico dito de esquerda, um tipo de simulacro de interpretações pouco abissais do marxismo. O aluno é doutrinado a seguir o ideário (paradigma) de “esquerda”, enveredado às leituras de bibliografia marxista, vislumbrando-se a ausência do estudo de autores liberais e conservadores. John Locke, Adam Smith, Edmund Burke e Alexis de Tocqueville foram satanizados e esquecidos nas prateleiras das bibliotecas. Neste âmbito unitário de ideologia “marxista”, o debate de reverberações antagônicas não é incentivado. Obviamente, a contraposição de bibliografias paradoxais é uma tarefa mui positiva no exercício do livre-pensamento. Contudo, a universidade brasileira ainda está presa aos grilhões do totalitarismo ideológico.
No desenrolar da história contemporânea do Brasil, o keynesianismo tupiniquim foi a tônica da economia. Sabe-se que qualquer país não pode ter apenas um único paradigma econômico. Com a quebra da Bolsa de Nova York, o keynesianismo foi importante na recuperação econômica dos Estados Unidos, subsequente, o liberalismo e o neoliberalismo teceram suas contribuições. Em épocas sombrias de recessão econômica, déficit estratosférico das contas públicas e taxa de desemprego de 12%, é mister não insistir cegamente no keynesianismo tupiniquim. Deve-se buscar uma série de alternativas, como a diminuição do tamanho da máquina estatal e facilitar a geração de riqueza pela iniciativa privada. Por conseguinte, na lógica dos corruptos é muito mais cômodo e confortável “roubar o governo” do que o indivíduo; há aquela visão que a coisa pública não tem dono, logo, o roubo é justificável, o que explica o desinteresse da classe política no tocante à constituição de um Estado menor e transparente.  Indubitavelmente, o Brasil necessita ampliar os paradigmas econômicos, porém os “donos do poder” preferirão ad eternum o keynesianismo tupiniquim, status quo histórico que permitirá a continuação do assalto bilionário ao Leviatã Estatal.

Tosta Neto, 29/12/2016

Sufocado pelo WhatsApp? Um guia rápido para resgatar a liberdade

Como manter à distância o bombardeio de mensagens no aplicativo?

Um bipzinho acompanhado de uma vibração várias vezes ao dia, tantas vezes que quase já não nos preocupamos em ver do que se trata. Bem, na verdade, sim, pois não conseguimos evitar: a dependência em relação ao celular é tamanha que não conseguiremos fazer mais nada até nos acalmarmos olhando a que correspondia aquele sinal de alerta. Por sua popularidade e alta taxa de utilização, o WhatsApp constitui uma categoria à parte. São tantos os alertas, que muitas pessoas se dão por vencidas e marcam como lidas mensagens que, na verdade, nem sequer olharam. Mas, felizmente, existem formas de resgatar aquela liberdade que um dia nós tivemos, manejando o aplicativo ao nosso gosto.

Adeus às confirmações
O famoso clique azul duplo leva muitos usuários à rua da amargura porque, de alguma maneira, nos torna reféns e nos obriga a fazer alguma coisa. Estamos dirigindo, por exemplo, e entra um whatsapp. Inocentemente, abrimos a mensagem para ver do que se trata com a intenção de responder mais tarde, mas, sem saber, imediatamente, estamos à beira de penetrar em um labirinto, a não ser que respondamos na hora. No outro lado da linha, a mensagem aparecerá como tendo sido lida e a demora em uma resposta sua poderá ser lida como uma ofensa irreparável. Estamos diante de uma comunicação não-verbal, mas que também não é física. E a imaginação pode voar longe. O mais sensato é desativar a confirmação de leitura: em Configurações, selecionaremos Conta, Privacidade e faremos com que a confirmação de leitura esteja desativada. Bem, com isso nós também não saberemos se as mensagens que enviamos foram lidas ou não.

Podemos viver sem saber qual foi a hora da última conexão
Outra forma de pressão passiva no WhatsApp é, sem dúvida, o famoso “visto por último às...”, uma informação que não nos trará nada de bom e que pode ser objeto de muitas polêmicas, não só entre casais. Assim, por exemplo, a pessoa pode ter alegado no trabalho que está passando mal e sair mais cedo para repousar, mas depois estar no WhatsApp às duas da manhã. O mais provável é que o chefe raciocine que ela saiu para beber e não que simplesmente passou uma noite ruim. É, portanto, um dado que não acrescenta nada a não ser para os obcecados em controlar as atividades alheias. Para desativar essa função, basta ir em Configurações, Conta, Privacidade e clicar em "Ninguém no Visto por Último. Da mesma forma, também não poderemos saber qual foi a última conexão dos nossos contatos.

Silenciar grupos... e usuários 
É inevitável que nos incluam, sem que queiramos, nos clássicos grupos de pais de alunos da escola, ex-colegas de faculdade, em que sempre existem alguns integrantes mais eloquentes que não hesitam em dar “bom dia” e em querer nos pôr para dormir à noite. A não ser que se cogite uma dedicação de corpo e alma à telinha do celular, o mais prudente é silenciar os grupos em que as informações costumam não ter nenhuma importância. Basta clicar no nome do grupo e em seguida em “Silenciar” durante o tempo que acharmos adequado. O mesmo pode ser feito com os contatos que passam o dia inteiro enviando piadinhas ou materiais que não nos interessam. Nesse caso, basta clicar no nome do contato no próprio chat e em seguida em “Silenciar”. A magia, nesse caso, é que o celular deixará de apitar, mas o problema é que o aviso de mensagens sem ler continuará existindo.

A opção de Bloquear
Deve-se partir da ideia de que o celular é uma coisa íntima para o usuário: ele o carrega a todo instante e, assim, também pode interrompê-lo em momentos de descanso ou quando está trabalhando em algo importante. Se é verdade que a maioria dos usuários utilizam o WhatsApp de uma forma razoável, algumas pessoas, em especial vendedores de empresas que descobriram o nosso celular ou simplesmente pessoas chatas, não têm nenhum pudor de ficar escrevendo a todo minuto, sem parar. Se isso acontecer, é porque chegou a hora de bloquear esse usuário, e ele não poderá mais nos contatar. Basta clicar no nome do contato no próprio chat e depois em “Bloquear”. É possível acessar essa função também nas Configurações, Conta, Privacidade e Bloqueados, onde podemos, além disso, gerenciar todos os bloqueios.

(Fonte: El País Brasil)

O erro central da teoria keynesiana em uma única frase

E nenhum keynesiano responde com sinceridade a esta pergunta

"Quando uma economia está em recessão, o governo tem de criar demanda agregada. E ele tem de fazer isso aumentando seus gastos". Este é o mantra keynesiano.
Tal raciocínio advém diretamente da fórmula matemática do PIB, a saber:
C + I + G + X - M = Y(PIB)
Consumo + Investimento + Gastos Governamentais + Exportações - Importações = Produto Interno Bruto
O consumo (C) envolve uma série de decisões individuais sobre como será a alocação de recursos por toda a sociedade.  O investimento (I) envolve uma série de decisões individuais sobre como será a alocação de recursos por toda a sociedade.  As exportações (X) envolvem uma série de decisões individuais sobre como será a alocação de recursos por toda a sociedade.  O mesmo se aplica às importações.
Já os gastos governamentais (G) representam um tipo diferente de decisão de alocação
C, I, X e M se originam espontaneamente das ações dos proprietários originais dos recursos.  Já o G não se origina das ações dos proprietários originais dos recursos. O governo não tem recursos próprios para gastar.
O que nos leva então à fatídica pergunta:

"De onde vem o dinheiro que o governo utiliza para aumentar seus gastos?"
Sim, isso é praticamente tudo o que você tem de fazer para refutar Keynes. Basta fazer essa pergunta e toda a ideia se desmorona.
Há um volumoso material acadêmico que se baseia abertamente na teoria de Keynes. São mais de 70 anos de publicações acadêmicas. Todo esse material preenche milhões de volumes de livros-textos de macroeconomia. Trata-se do dogma econômico reinante do mundo moderno. E todo esse material evita por completo essa pergunta: "De onde vem o dinheiro que o governo utiliza para aumentar seus gastos?"
Há três respostas: ou o governo aumenta impostos; ou ele toma dinheiro emprestado de bancos, pessoas e empresas; ou ele simplesmente imprime dinheiro.
Não é preciso ser um profundo conhecedor de economia para entender que nenhuma dessas três medidas cria riqueza.
Volte à fórmula do PIB. Veja que C, I, X e M são baseados na produção. Eles representam forças criativas. Já o G é baseado no confisco.
1) Se um aumento de G advém de mais impostos, então C, I, X e M serão prejudicados.
2) Se um aumento de G advém do endividamento do governo (com o governo emitindo títulos e esses títulos sendo adquiridos por bancos), então igualmente haverá menos dinheiro para C, I, X, e M.  Os empreendedores agora não mais conseguirão empréstimos junto a esses bancos, que passaram a direcionar o dinheiro para os títulos do governo. Com mais empréstimos indo para o governo, os juros subirão e inviabilizarão investimentos produtivos. Igualmente, pessoas e empresas que também emprestarem dinheiro para o governo terão agora menos dinheiro para consumir e investir.
3) Se um aumento de G advém da simples criação de dinheiro pelo próprio governo, os preços dos bens e serviços subirão. Se os salários não forem reajustados, todos ficarão mais pobres. Se forem reajustados, todos ficarão na mesma situação de antes. (No extremo, a contínua criação de dinheiro leva à Venezuela.)
De novo: nenhuma dessas três medidas cria riqueza. Consequentemente, nenhuma dessas três medidas pode tirar uma economia de uma recessão.
G não é uma força criativa.  Tudo o que é gasto por G é feito à custa de C, I, X ou M.

Tomando de Pedro para subsidiar Paulo
O item mais utilizado pelos governos durante uma recessão é o item 2: endividamento.
Dado que aumentar impostos é impopular (ainda mais durante uma recessão) e dado que simplesmente imprimir dinheiro para financiar despesas correntes não mais é uma prática legal na maior parte do mundo civilizado [N. do E.: no Brasil, isso foi proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, artigos 35 e 39], então os governos recorrem majoritariamente ao aumento dos déficits orçamentários e, consequentemente, da dívida pública.
Quando isso ocorre, apenas aqueles indivíduos mais iniciados irão fazer essas duas perguntas óbvias:
a) De onde o governo irá tirar dinheiro para pagar esse empréstimo e seus juros?
b) De onde as pessoas e empresas irão tirar dinheiro para emprestar ao governo?
As respostas dos políticos para a primeira pergunta é fácil: impostos e mais endividamento.
Já a segunda pergunta traz consigo a própria resposta: o dinheiro que as pessoas emprestam ao governo é aquele dinheiro que deixou de ir para C, I, X e M.
De novo: nada disso cria riqueza; nada disso pode tirar uma economia da recessão.
Os mais insistentes poderão, ainda, perguntar:
c) Qual a consequência de os bancos direcionarem mais dinheiro para o governo?
A resposta é direta, mas poucos fazem a conexão: mais dinheiro sendo emprestado para o governo significa menos dinheiro sendo emprestado para pessoas e empresas. Com menos dinheiro disponível para pessoas e empresas — e sabendo que é mais arriscado emprestar para pessoas e empresas do que para o governo —, os juros serão bem mais altos.
De novo, pela quarta vez: nada disso cria riqueza; nada disso pode tirar uma economia da recessão.

O grande truque
O núcleo da teoria econômica keynesiana é este: atribuir uma produtividade econômica a uma agência que nada mais faz do que se apossar do dinheiro alheio sem nada produzir.
De alguma forma, segundo a teoria keynesiana, o governo pode elevar o gasto agregado da economia (1) sem estar produzindo nada de novo e (2) sem que isso reduza os gastos em outros lugares da economia.  Keynes nunca explicou como isso seria possível.  Nem seus discípulos.
Ainda chegaremos ao dia em que economistas, historiadores e investidores olharão para o passado e quedarão espantados com a total incapacidade de três gerações (1950-20??) de economistas e investidores de perceberem o óbvio.
O cético há de gritar: "Mas toda a economia keynesiana não pode ser resumida apenas a isso". Pode. Com efeito, toda a economia keynesiana é apenas isso.  E o cético retrucará: "Alguém teria apontado isso ainda em 1936 se isso fosse tudo o que há nela."  Poucos, além de Mises e Hayek, fizeram isso.  E esses poucos passaram a ser ignorados após 1948, o ano em que Paul Samuelson publicou seu livro-texto de economia.
Como assim? Por que toda essa platitude foi aceita? Por causa daquilo que George Orwell observou em 1946, o mesmo ano em que Keynes morreu.  "Enxergar o que está na frente do nariz exige um esforço constante".
Keynes foi um mestre da prestidigitação verbal. Ele soube como manter os olhos da plateia direcionados para qualquer outro lugar do palco e não para o coelho dentro da cartola: o coelho da riqueza criada pelo gasto do governo. O governo não pode tirar nada de sua cartola que não tenha antes colocado lá.
A estória de criação keynesiana de riqueza sempre foi a estória do imperador nu. Quando toda uma civilização se mostra alegremente enganada por esse tipo de conto, a verdade sempre encontra enorme resistência.
E quando você descobre um fato óbvio que não foi percebido por toda uma cultura, você identificou o calcanhar de Aquiles daquela cultura.

(Fonte: Mises Brasil)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Cardápio de Dilma também tinha sorvete Häagen-Dasz em 2013

Nesta terça, edital de R$ 1,75 milhão em compras para avião de Temer gerou polêmica

Os itens de luxo da licitação para compra de produtos para consumo no avião presidencial causou polêmica nesta terça-feira (27). Entre os itens que seriam consumidos pelo presidente Michel Temer estão produtos como Nutella e sorvete Häagen-Dasz. Após a repercussão, o Planalto cancelou a compra.
No entanto, esta não é a primeira vez que o cardápio do presidente sofre críticas. Em 2013, a lista da então presidente Dilma Rousseff repetia o pedido do sorvete premium, além de incluir coelho assado, costela de cordeiro, carne de rã e de pato. As informações são do jornal Zero Hora.
Fora isso, os preços estipulados pelo edital de Temer tinha preços bastante superiores aos encontrados em supermercados. Um dos exemplos é a farinha de linhaça dourada. O pacote de 200g da marca Jasmine custaria R$ 44 para o governo. Num supermercado de Porto Alegre, o mesmo produto é vendido por R$ 7,90.
Segundo levantamento da ONG Contas Abertas, foram identificados valores mais altos em latas de refrigerante. Os itens custavam, à época, R$ 3,37 para o governo e eram vendidas a R$ 1,49 no supermercado. A mesma situação acontecia com caixas de sucos de um litro — que custavam R$ 7,16 ao Planalto e sairiam por uma média de R$ 4 a R$ 4,50 em mercados.

(Fonte: Notícias ao Minuto)

Ex-presidente argentina Cristina Kirchner é indiciada por corrupção

A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner foi indiciada nesta terça-feira (27) por associação ilícita e administração fraudulenta, agravada por ter favorecido, em licitações públicas durante sua administração, a empresa do construtor Lázaro Báez. O juiz ainda ordenou um embargo de 10 milhões de pesos (R$ 2,1 milhões).
Além da ex-mandatária, segundo o juiz Julian Ercolini, terão que responder o processo o próprio Báez, dono da Austral Construcciones, o ex-ministro do Planejamento Julio De Vido e o ex-secretário de Trabalhos Públicos José Lopez.
Este último ficou famoso mundialmente por ter sido preso, no último mês de junho, ao tentar esconder US$ 8 milhões em um convento de Buenos Aires.
Kirchner sempre negou as acusações, que apontam para o pagamento de propina através do aluguel de quartos de seus hotéis que não estavam sendo utilizados.
"Alguém pensar que, em um plano de obras públicas milionário, se faz uma manobra de corrupção com um, dois ou três imóveis que têm cifras absolutamente irrisórias, por favor... Isso seria um caso único de corrupção", ironizou.

(Fonte: RFI)

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

AMARGOSA: PREFEITA KARINA SILVA CONVIDA TODA A POPULAÇÃO PARA INAUGURAÇÃO DA NOVA ESCOLA DE CORTA- MÃO

A Prefeitura de Amargosa divulga convite em rede social, ao que convida a toda a população para a inauguração da Nova Escola de Corta-Mão 

A Prefeita Karina Silva , o vice César Mêrces e demais lideranças tem a honra de convidar a toda população para participar de mais uma inauguração!
Inauguração da Escola Municipal de Corta-Mão, será hoje (27/12) às 19h. Haverá transporte saindo da Praça do Bosque, às 18:30h.

Facebook criará uma marcação para identificar notícias falsas

Zuckerberg: a rede social tem “mais responsabilidade do que um simples distribuidor de notícias”

O Facebook finalmente esclareceu como será e funcionará a ferramenta para detectar notícias falsas. O anúncio foi feito pelo fundador da empresa, Mark Zuckerberg, em seu perfil da rede social: “Quando muita gente nos informar que uma história é um boato, vamos enviá-la para organizações externas especializadas em verificar os fatos para que a estudem. Se estiverem de acordo que a história é falsa, vocês verão uma bandeira ao lado da história indicando que foi colocada sob suspeita”. Além disso, essa publicação terá menos possibilidade de aparecer no News Feed (a página principal) dos usuários.
Com essa medida, que faz parte do plano de sete pontos anunciado no fim de novembro, o Facebook deixa aberta a possibilidade de ler e compartilhar a história. “Queremos que a partir de agora vocês tenham mais informações sobre o que essas organizações especializadas em fact cheking (verificação de fatos) pensam que é rigoroso. Assim, ninguém mais poderá colocar um anúncio em uma história que está sendo contestada nem poderá promovê-la em nossa plataforma”, disse Zuckerberg.
Essa decisão chega depois do papel desempenhado pelas redes sociais nas eleições norte-americanas. Foi uma das campanhas eleitorais em que circularam mais mentiras na história recente, mentiras que encontraram um canal privilegiado nos motores de busca e nas redes sociais. O republicano Donald Trump foi o candidato que mais faltou com a verdade, de acordo com estudos de verificação de dados, como o Politifact.
“Vejo o Facebook como uma empresa de tecnologia, mas reconheço que temos mais responsabilidade do que apenas construir a tecnologia por onde flui a informação. Apesar de não escrevermos as notícias que vocês leem e compartilham, reconhecemos que somos mais do que um simples distribuidor de notícias”, disse o fundador da rede social.

(Fonte: El País Brasil)

PF cumpre mandado em gráficas da chapa Dilma-Temer

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta terça-feira (27) ordens judiciais nas empresas contratadas na campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer. A ação para cassar a chapa Dilma-Temer, apresentada pelo PSDB, está sendo julgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os mandados judiciais foram expedidos pelo ministro Herman Benjamin, relator do processo de cassação da chapa no TSE.
Os agentes da PF estão visitando gráficas que não teriam prestado os serviços pelos quais foram contratadas, segundo as investigações.
A operação desta terça-feira visa verificar se as empresas contratadas na campanha tinham capacidade operacional para prestar os serviços.
A análise dos documentos apresentados deixam suspeitas de que recursos pagos teriam sido “desviados e direcionados ao enriquecimento sem causa de pessoas físicas e jurídicas diversas para benefício próprio”.
Os agentes também irão ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

(Fonte: Diário Online / Notícias ao Minuto)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

AMARGOSA: Histórica série de inaugurações, marca fim da Gestão Karina Silva, confira o VÍDEO

A Prefeita Karina Silva, prestes a concluir mandato a frete do executivo Municipal de Amargosa, promoveu na última quinta-feira (22), uma série histórica e inédita de inaugurações, em fim de gestão na politica de Amargosa.
Foram 4 entregas: Centro Cirúrgico e a Lavanderia, ambos no Hospital Municipal, um Espaço de Convivência, Eudoro Paulo Alves, no bairro São Roque e uma Academia da Saúde, localizada na Rua Calos Gomes, onde antes funcionou o Clube Alvorada.
Confira ABAIXO O REGISTO EM VÍDEO

Saúde e educação são alvo de 70% dos esquemas de corrupção

Alagoas lidera a lista dos Estados com mais municípios onde houve irregularidades detectadas pelas investigações federais

As áreas de saúde e educação foram alvo de quase 70% dos esquemas de corrupção e fraude desvendados em operações policiais e de fiscalização do uso de verba federal pelos municípios nos últimos 13 anos. Os desvios descobertos pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, evidenciam como recursos destinados a essas duas áreas são especialmente visados por gestores municipais corruptos.
Desde 2003, foram deflagradas 247 operações envolvendo desvios de verbas federais repassadas aos municípios. Os investigadores identificaram organizações que tiravam recursos públicos de quem mais precisava para alimentar esquemas criminosos milionários e luxos particulares. Além de saúde e educação, também há desvios recorrentes em áreas como transporte, turismo e infraestrutura.
O levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em dados do governo federal desde 2003 mostra que houve fraude no uso de verbas federais em pelo menos 729 municípios – o que corresponde a 13% do total de cidades do País. Do Oiapoque ao Chuí, o prejuízo causado pela corrupção no período foi estimado em R$ 4 bilhões pela CGU.
Alagoas pode estar no último lugar do ranking do IDH, mas lidera a lista dos Estados com mais municípios onde houve irregularidades detectadas pelas investigações federais, em termos proporcionais. Esquemas de corrupção foram desvendados em 70 das 102 cidades alagoanas – ou seja, em mais de dois terços das localidades do Estado.
O segundo pior IDH do Brasil também não fica muito atrás. O Maranhão foi palco, em outubro deste ano, da Operação Voadores, que revelou que parte da verba da saúde enviada pela União pagou vinhos e restaurantes de luxo na capital São Luís. O esquema sacava cheques de contas bancárias de hospitais públicos e desviava para benesses particulares.
O levantamento mostra que, no geral, o principal programa afetado na área da saúde foi saneamento básico. No setor de ensino, quem mais perdeu, segundo a CGU, foi o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – formado por recursos provenientes dos impostos e transferências dos Estados e municípios e que deveria ajudar a melhorar a qualidade da educação básica nos municípios.

(Fonte: Estadão)

Chapecoense produz texto lúdico para explicar tragédia a crianças

O conteúdo foi publicado na edição de dezembro na revista do clube

“Era uma vez…”. Assim começou o texto que a Associação Atlética Chapecoense escreveu em seu informativo mensal para contar a história da tragédia aérea do dia 29 de novembro na Colômbia, que vitimou 71 pessoas, incluindo jogadores e comissão técnica. Prestes a completar um mês, a diretoria escolheu uma maneira lúdica de ilustrar os acontecimentos e preservar a memória dos integrantes do clube.
O acidente da aeronave que levava a delegação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana fez o mundo todo se abraçar. Times de futebol, governos e milhares de pessoas compartilharam do mesmo luto. No entanto, explicar para as crianças por que os jogadores não estavam mais presentes não tem sido uma tarefa fácil.
A reportagem para as crianças foi publicada na edição de dezembro da revista informativa da Chape e compartilhada no Facebook do clube. Mesmo com a tragédia, o clube manteve a publicação. “Estava para acontecer um campeonato de futebol muito importante e decisivo num lugar que vai além de onde nossos olhos alcançam: o céu. Nesse lugar já havia vários atletas lendários, com currículo vasto de conquistas e participações em grandes finais. Deus, o responsável por convocar o time para o campeonato, no entanto, queria jogadores que fugissem do estrelismo. Ele estava de olho, há algum tempo, no time de uma cidade que estava vivendo um momento de êxtase. Eram modestos, mas cheios de ambições”, diz um trecho do texto.

(Fonte: Veja)

domingo, 25 de dezembro de 2016

Golpe no WhatsApp usa emojis de Natal como isca

O WhatsApp é alvo de um novo golpe neste fim de ano. Desta vez, os hackers utilizam um suposto pacote de "novos emoticons animados" com temas natalinos para atrair as vítimas. As informações são do site TechTudo.
No entanto, ao clicar na oferta, o usuário é encaminhado a uma página para assinar serviços de telefonia celular ou baixar outros apps. No caso do teste feito pelo site, o link direcionou para a instalação do aplicativo do Uber.
"É provável que essas empresas de apps legítimas não saibam que os autores do ataque estão usando esquemas espúrios para forçar a instalação em usuários inocentes", explica o pesquisador de segurança do Kaspersky Lab, Fabio Assolini.
Ainda de acordo com o site, donos de celulares com o sistema Android têm mais uma razão para se preocupar: o redirecionamento, em alguns casos, leva a páginas de serviços premium (assinaturas oferecidas por parceiros de operadoras de telefonia celular). O usuário que indicar o número de telefone entra numa base de dados e passa a ter um valor semanal descontado do plano, seja ele pré ou pós-pago.

(Fonte: Notícias ao Minuto)

Brasileiro está pessimista sobre 2017, diz pesquisa

Os brasileiros não têm boas expectativas sobre o ano que se inicia. De acordo com pesquisa do instituto Ipsos, 87% acreditam que o país está nos rumos errados.
As informações foram divulgadas na coluna Radar On-Line, da revista Veja, neste sábado (24).
De acordo com a revista, o único período recente em que o brasileiro esteve ainda mais descrente sobre o futuro foi durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. À época, 94% dos entrevistados disseram estar pessimistas sobre o futuro.
Nas eleições presidenciais de 2014, o sentimento de esperança era um pouco mais forte: 60% se diziam confiantes sobre os rumos do país. Desde então, os índices de confiança têm caído.

(Fonte: Notícias ao Minuto)

sábado, 24 de dezembro de 2016

6 coisas que a sua árvore de natal esconde de você

No Brasil, cortar pinheiros no Natal para decorar a sala de estar não é um hábito assim tão comum, mas montar e enfeitar árvores continua sendo uma tradição. A ideia como a conhecemos hoje surgiu entre os séculos 16 e 17 na Alemanha e foi popularizada mais tarde nos Estados Unidos.
Algumas características da árvore natalina mudaram com o passar do tempo e costumes estranhos, como pendurá-las de ponta cabeça, caíram em desuso. Veja outras curiosidades:

A igreja não gostava da ideia
Árvores de Natal costumavam ser consideradas símbolos pagãos sem nenhuma conexão com celebrações religiosas. Em 1647, o teólogo Johann Conrad Dannhauer, da Catedral de Estrasburgo, criticou o costume dizendo que as árvores passaram a ganhar mais atenção do que a própria palavra de Deus. Nos Estados Unidos, o governador William Bradford, conhecido por seu puritanismo, também protestou contra a novidade. Mas conforme a tradição de fim de ano persistia, líderes da igreja católica decidiram aderir à decoração das árvores e integrá-las como parte das festas natalinas.

Em algumas casas, as árvores ficavam penduradas no teto
No sudoeste da Alemanha, durante os séculos 17 e 18, era bastante popular entre as classes mais baixas o hábito de pendurar árvores menores no teto ou em vigas — a técnica mantinha a decoração em exposição, mas longe das mãos das crianças. Segundo o livro de Bernd Brunner, Inventing the Christmas Tree (sem edição em português), algumas famílias até as deixavam de ponta cabeça por acreditar que as raízes apontadas para o céu poderiam fazer com que as árvores ganhassem poderes divinos.

O primeiro comércio de árvores natalinas nasceu em 1851
Uma das coisas que desestimulavam as pessoas a adotarem a tradição das árvores era o trabalho de encontrá-las e cortá-las por conta própria. Isso começou a mudar em 1851, quando o comerciante e lenhador Mark Carr ouviu falar das várias famílias que estavam saindo da cidade só para buscar suas árvores na época natalina. Movido pelo espírito do Natal — e do capitalismo —, Mark decidiu trazer a floresta até os moradores e vender algumas dúzias de árvores prontas para decorar a sala de casa. A ideia foi um sucesso e logo incentivou a prática de fazendas de árvores de Natal, que proliferaram rapidamente pelos Estados Unidos.

A família real britânica ajudou a popularizá-la
Em 1850, a revista americana Godey’s Lady’s Book, da editora Sarah Josepha Hale, publicou uma ilustração com a família real britânica ao lado dos filhos e de uma árvore de Natal. Ao contrário da família real anterior, Victoria era bastante popular e tudo o que fizesse logo passava a ser moda — não apenas na Grã-Bretanha, mas também entre a sociedade americana. Assim foi popularizado o conceito da árvore natalina.

Os presentes não ficavam embaixo das árvores
Nas primeiras décadas de popularização dessa tradição natalina, os presentes eram pendurados nos galhos em vez de serem colocados embaixo das árvores. Jornais da década de 1870 descrevem exemplos de árvores atulhadas de doces, bonecas e brinquedos por todos os galhos. Alguns presentes daquela época ainda incluíam frutas, bolos e doces, que as crianças podiam simplesmente pegar na árvore quando quisessem.

Pesquisadores estão “construindo” uma versão melhorada da árvore
Gary Chastagner, patologista de plantas da Universidade Estadual de Washington, conduz um projeto de pesquisa com duração de cinco anos para descobrir como aumentar o tempo de vida das árvores e diminuir a queda dos galhos e folhas. Chastagner e um grupo de pesquisadores estão coletando amostras de árvores encontradas em diferentes regiões do país para testar quais são as mais resistentes e quais são capazes de preservar suas folhas por mais tempo. A pesquisa deve custar cerca de US$ 1,3 milhão (aproximadamente R$ 4,39 milhões).

(Fonte: Galileu)

Oito dicas sobre o que NÃO postar no Facebook

Alguns usuários do Facebook abusam no compartilhamento de informações pessoais e acabam pagando caro por isso. Já houve o caso, em 2015, de uma jovem que ganhou um prêmio e foi "furtada" virtualmente por um "amigo" que copiou o código de seu bilhete e sacou o dinheiro em seu lugar.
Veja abaixo postagens que devem ser evitadas, segundo uma lista feita pelo The Independent:
1 - Foto de documentos: com esses dados, pessoas podem até conseguir um empréstimo em seu nome, por exemplo;
2 - Roteiro de férias: bandidos podem usar as datas para roubar sua casa;
3 - Números bancários: algum mal-intencionado pode usar os dados de sua conta para fins pessoais;
4 - Bilhetes premiados: um dos exemplos é o citado acima. Esses bilhetes contêm números que podem ser usados sem a cópia em papel e o prêmio ser usado antes que você consiga retirá-lo;
5 - Seu endereço: pode facilitar a ação de bandidos;
6 - Informações sobre os seus filhos: pode alertar sequestradores, por exemplo;
7 - Não postar fotos íntimas;
8 - Não reclamar do chefe: ele (a) pode não ter você no Facebook, mas a informação, se chegar até ele (a), vai complicar sua situação no trabalho.

(Fonte: Notícias ao Minuto)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Por que a Missa do Galo tem esse nome?

Há quatro teorias para explicar a origem do nome. A primeira, mais divulgada pela fé católica, se refere a um galo que cantou quando Jesus nasceu

Existem algumas hipóteses sobre o nome da missa celebrada na véspera de Natal, mas ninguém sabe ao certo.
A mais aceita, segundo a fé católica, diz que um galo teria cantado à meia-noite do dia do nascimento de Jesus, anunciando a chegada do Messias – a única vez que um galo teria cantado em um horário tão estranho.
Outra lenda diz que um galo cantou três vezes quando o apóstolo Pedro negou conhecer Jesus. Por isso, os lavradores espanhóis costumavam matar um galo à meia-noite do dia 25.
Há ainda outras duas hipóteses. Uma diz que o animal simboliza o amanhecer, celebrado pelos pagãos como forma de agradecimento ao Deus-Sol – uma tradição que foi eventualmente absorvida pelo culto cristão. A outra afirma que a Missa do Galo leva esse nome porque termina tão tarde que os galos já estão cantando o amanhecer ao final da celebração.

(Fonte: Mundo Estranho)

Suspeito de ataque em mercado de Berlim é morto em Milão, diz fonte de segurança

Um homem que acredita-se ser o suspeito do ataque a um mercado natalino em Berlim foi morto a tiros na Itália nesta sexta-feira (23) após apontar uma arma para a polícia, que havia lhe pedido documento de identificação, disse uma fonte da polícia.
A fonte disse que o tunisiano Anis Amri, de 24 anos, foi parado por uma patrulha regular próximo à estação ferroviária de Sesto San Giovanni por volta das 3h30, no horário local. Ele atirou e feriu um policial antes de ser morto.
Uma fonte judiciária disse que a polícia italiana tinha informações de que ele poderia estar na área. Ele foi identificado por sua impressão digital.
"O homem morto era, sem sombra de dúvida, Anis Amri", disse o ministro do Interior italiano, Marco Minniti se referindo ao tunisiano de 24 anos suspeito de avançar com um caminhão contra um mercado natalino na segunda-feira (19) e matar 12 pessoas.
Minniti deu poucos detalhes sobre a operação que ocorreu nos arredores de Milão, dizendo que investigações ainda estão acontecendo. Ele acrescentou que pode haver "futuros desdobramentos".

(Fonte: Reuters)

AMARGOSA: No apagar das luzes, vereadores aprovam aumento dos próprios salários


Na noite da quinta-feira, 22 de dezembro, vereadores do município de Amargosa  aprovaram mais gastos públicos, com aumento dos salário dos vereadores prefeito e vide prefeito para o próximo pleito.

Centenas de manifestações de indignação já circulam nas redes sociais, mostrando que a medida surpreendeu negativamente a toda população da cidade, pois a votação para aumento dos subsídios não estava prevista na pauta da "Ordem do dia', o reajuste foi incluído repentinamente, "no apagar das luzes", pelos vereadores presentes, que em maioria  de 7x 1 aprovaram o aumento. 

medida é irregular de acordo com a Lei Orgânica do Município, no que trata do funcionamento da Câmara. "O ART, 31, do Capítulo III, diz que os vereadores reunir-se-ão, ordinariamente, em sessão legislativa anual, de 1º. de fevereiro a 30 de junho e de 15 de Julho a 15 de Dezembro. "

Apenas o Vereador Genivaldo Santana conhecido como Preto do Gás (Pc doB) votou contra a medida. Também participaram da Sessão o presidente, Geovanildo Cintra (DEM),  Marcos Paulo Sampaio (PSD), Gabriel Pereira (PT), Eliseu das Mercês (PSD), Miguel Silva (PSD), Renato (PT) e José Vaz (DEM)

A vereadora reeleita, Viviane Santana (PSDB), que não participou da votação, se mostrou indignada e destacou não concordar com o que definiu com "manobra politica,.. em método antidemocrático" Veja abaixo: 
Veja abaixo, mais algumas postagens de repercussão sobre a votação publicadas  nas redes sociais.








 
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