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sexta-feira, 24 de março de 2017

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Terceirização: Veja quais foram os votos de cada um dos deputados

Câmara aprovou na última quarta-feira o projeto que amplia a terceirização. O texto-base passou por 231 votos favoráveis e 188 contrários e será encaminhado para sanção presidencial. 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Messi fez "lista" de reforços para o Barça; veja quem ele pediu

Em uma possível reunião para renovação de contrato, Lionel Messi apresentou suas ‘exigências’ para seguir no Barcelona. O atacante entregou aos dirigentes do clube uma lista de nomes de jogadores com os quais gostaria de jogar.
Mesmo com o melhor ataque do mundo, o argentino citou nomes do setor ofensivo europeu e ainda pediu que o clube encontrasse uma solução para a saída de Daniel Alves, que desfalcou a lateral direita da equipe espanhola no meio do ano passado. Entre as principais vontades do argentino para resolver essa situação, estaria o espanhol Hector Bellerin, do Arsenal.
Nem mesmo Messi resistiu aos encantos do jovem atacante do Monaco Kylian Mbappé, que tem sido objeto de desejo de outros gigantes da Europa e faz parte da lista de ‘exigências’ do craque do Barça. A atuação do garoto de apenas 18 anos de idade tem rendido comparações com ninguém menos que Thierry Henry.
O argentino considera uma boa opção para o meio de campo catalão o português Bernardo Silva, do Monaco. Para fechar a lista, Messi recomendou a contratação do atacante Ousmane Dembelé, do Borussia Dortmund, que marcou seis gols na atual temporada da Bundesliga.

(Fonte: Fox Sports)

terça-feira, 21 de março de 2017

O deserto do Saara pode ser obra humana

Há 10 mil anos, o norte da África era um local úmido. O clima mais seco, não por coincidência, veio apenas com os primeiros fazendeiros Homo sapiens

Foi muita areia para o caminhãozinho da natureza. Há mais de 10 mil anos, com o fim da última era glacial, o deserto do Saara, no norte da África, se tornou um lugar úmido o suficiente para abrigar vegetação similar à de uma savana. Animais acostumados a um pouco de sol na cabeça, como as girafas, se mudaram para a região, e a espécie humana — que nessa altura já havia percebido que domesticar os bichos podia ser uma ideia melhor que caçá-los — levou rebanhos de ovelhas para pastar onde hoje há apenas dunas de areia.
5 mil anos depois, segundo a versão mais aceita, mudanças climáticas fecharam a torneira dos céus, o Saara secou e todo mundo voltou correndo para as margens úmidas do Nilo atrás de água. Agora, o arqueólogo David Wright afirma que a culpa dessa virada brusca foi do próprio ser humano — e de seu hábito de criar mamíferos que dão lã.
O pesquisador da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, não põe muita fé em propostas que atribuem a criação do deserto a fenômenos que estão fora do nosso alcance — como uma leve alteração na órbita do planeta. “No leste da Ásia, há teorias confiáveis sobre como povos do período Neolítico mudaram a paisagem a ponto das chuvas da estação úmida pararem de penetrar no continente”, explicou ele em uma declaração à imprensa. No artigo científico, o autor afirma que os primeiros fazendeiros e pastores da América do Norte e a Nova Zelândia também secaram seus próprios ecossistemas. 
O que Wright fez foi buscar, na literatura científica disponível sobre a época úmida da região, associações claras entre mudanças na paisagem e a ação humana. Ele encontrou evidências de que o avanço da criação de animais na África, há cerca de 10 mil anos, foi acompanhado da substituição da rica mata nativa por pasto. Sem cobertura vegetal, a área do solo exposta à luz solar aumentou, e começou a refletir o calor de volta para a atmosfera em vez de absorvê-lo.
Essa dose reforçada de calor no céu mudou a dinâmica do clima na região, e as chuvas pararam de vir com tanta frequência. A flora original acabou dando lugar a arbustos sem graça, secos e típicos de ambientes com o solo pobre em nutrientes. A versão de Wright faz sentido, agora só falta provar.
O próximo passo é cavar a areia do Saara em busca dos locais onde, antigamente, ficavam os lagos da região. A ideia é detalhar o avanço da relação entre vegetação e a atividade humana na época. “Os corpos d’água registram as mudanças na vegetação, que são muito difíceis de simular”, explicou Wright. “O trabalho de arqueólogos e ecologistas é ir lá coletar informações para criar simulações mais sofisticadas.”

(Fonte: Superinteressante)

Qual pode ser o impacto do escândalo da carne na economia brasileira?

Terceiro maior produto de exportação do Brasil, atrás da soja e do minério de ferro, as carnes brasileiras conquistaram o mundo, tornando-se sinônimo de qualidade em mais de 150 países.
Mas esse selo de garantia está sob risco desde a última sexta-feira, quando a Polícia Federal revelou um esquema de adulteração envolvendo pelo menos 30 frigoríficos.
Por si só, pela natureza das descobertas, a operação Carne Fraca já teria o potencial de causar estragos significativos no mercado interno. Afinal, qual brasileiro vai querer comprar - e consumir - possível carne adulterada?
Mas o problema se torna ainda pior porque essa mesma pergunta está sendo feita pelos compradores internacionais - nesta segunda-feira, países como China, Chile e Coreia do Sul, além da União Europeia, suspenderam temporariamente as importações de empresas citadas na fraude.
Por causa disso, segundo economistas ouvidos pela BBC Brasil, o impacto na economia brasileira pode ser "maior do que se imaginava".
Eles ressalvam, contudo, que tudo "dependerá de quanto vão durar os embargos e se mais países vão aderir a ele".

 'Péssimo momento'
Mas existe um consenso: a operação da PF veio em um "péssimo momento" para o agronegócio, um dos pilares da economia brasileira, que vinha esboçando sinais de recuperação.
"O Brasil custou para abrir novos mercados e agora a imagem do país está abalada lá fora. É difícil prever o que vai acontecer, mas não resta dúvida de que esse escândalo será prejudicial para a economia brasileira", diz à BBC Brasil José Carlos Hausknecht, sócio diretor da MB Agro, braço agrícola da consultoria MB Associados.mais.
Em outras palavras: isso pode acarretar um prolongamento da recessão, afetando a vida de todos os brasileiros.
Já segundo estimativa da consultoria LCA consultores, no pior dos cenários - se todos os países fecharem as portas às importações de carne brasileira - o impacto no PIB pode ser de até 1 ponto porcentual. A previsão oficial do governo, que deve ser revisada para baixo nos próximos dias, é de crescimento de 1%.
"Ou seja, caso a hipótese mais pessimista se confirme, a recuperação só viria em 2018", afirma Bruno Campos, economista da LCA consultores.

Desemprego e inflação
A revelação do esquema de carne adulterada terá consequências para a economia brasileira, explicam os especialistas, pela "importância do setor de carnes".
Atualmente, de toda a carne produzida no Brasil, 80% é consumida pelo mercado interno. O restante vai para fora.
No ano passado, as exportações brasileiras do produto somaram mais de US$ 14 bilhões (R$ 43 bilhões), ou 7,5% do total exportado, atrás apenas do minério de ferro e da soja.
Além disso, o setor de carnes possui uma cadeia produtiva "muito extensa", com "efeitos indiretos", lembra Gesner Oliveira, sócio da consultoria GO Associados.
Oliveira estima que uma redução de 10% nas exportações brasileiras de carne pode custar 420 mil postos de trabalho e R$ 1,1 bilhão a menos em impostos - notícia nada positiva em um momento de crise fiscal.
Já a inflação também deve subir por causa do escândalo, "devido a algum tipo de recall das carnes já distribuídas ao comércio", diz à BBC Brasil André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.
Apesar disso, ressalva ele, o impacto na subida dos preços deve ser residual, já que o peso total das carnes no índice oficial (IPCA) é de apenas 3,69%.
"Nesse sentido, uma alta adicional de 2% nesses produtos iria criar um impacto de 7 pontos base (ou 0,07%) na inflação plena: neste caso, se o IPCA fosse de 4,50%, ele ficaria em 4,57%", afirma.
"Mas será preciso saber mais detalhes sobre como isso vai ocorrer, pois não há notícias de desabastecimento e não se trata da totalidade de toda a cadeia da carne", acrescenta.

Concorrência e protecionismo
Os especialistas também apontaram que, por causa do escândalo, o Brasil poderia perder espaço para outros competidores no mercado global de carnes.
Nesse sentido, segundo eles, seria um "grande retrocesso" para um setor que se tornou prioridade durante os mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016).
Nesse período, recursos públicos foram direcionados (via BNDES, a agência nacional de fomento) para a criação dos chamados "campeões nacionais" - com o apoio irrestrito do governo, empresas como a JBS e a BRF formaram monopólios e se projetaram internacionalmente.
"Hoje em dia, o mercado é altamente competitivo. Qualquer deslize pode ser fatal", diz Oliveira, da GO Associados.
Hausknecht, da MB Agro, concorda que o escândalo acaba gerando uma oportunidade para potenciais concorrentes, mas avalia que, atualmente, pelas condições do mercado, não há competidores à altura do Brasil.
"A Austrália, por exemplo, que poderia ser uma alternativa ao Brasil para a oferta de carnes à China, ainda está recompondo o rebanho", diz, em alusão à forte seca que forçou produtores australianos a elevarem o escoamento de animais para o abate.
"Já os Estados Unidos, o segundo maior produtor mundial de carne bovina, tampouco tem muita entrada no mercado chinês por causa da escalada da tensão entre Washington e Pequim."
"Por fim, a Índia também é outro grande exportador de carne bovina, mas ela é de pior qualidade", completa.
Para Campos, da LCA Consultores, a maior consequência do escândalo é dar munição a governos para impor mais tarifas alfandegárias ao Brasil, em um contexto de maior protecionismo no mundo.
"Trump já deu sinais de que pretende lançar mão de medidas protecionistas. Nesse caso, isso (escândalo das carnes adulteradas) pode ser usado como desculpa", assinala.
"Esse escândalo arranha a imagem do produto brasileiro lá fora. Por isso, pode haver um contágio em outros mercados", acrescenta Oliveira, da GO Associados.

(Fonte: BBC Brasil)

domingo, 19 de março de 2017

Japão lança satélite espião para vigiar Coreia do Norte

O Japão colocou nesta sexta-feira (17) em órbita um satélite espião que completa um sistema de monitoramento especialmente destinado à Coreia do Norte.
O lançamento ocorreu às 10H20 locais (22H20 Brasília) através de um foguete H-2A, da base de Tanegashima (sudoeste do Japão), segundo a TV estatal NHK.
"O satélite se separou como estava previsto e a missão foi um sucesso", declarou à AFP um porta-voz da Agência Japonesa de Exploração Espacial (JAXA).
Devido ao caráter confidencial da missão, realizada com a Mitsubishi Heavy Industries (MHI), informou-se apenas que se trata da colocação de um satélite "de captação de informações" por radar que se soma a outros elementos.
A vigilância do espaço dos movimentos da vizinha Coreia do Norte foi criada no final dos anos 1990, após disparos de mísseis norte-coreanos, e desde então permanece a ameaça.
Os satélites espiões do Japão são capazes de detectar em terra objetos de um metro de diâmetro, inclusive a noite e através das nuvens.

(Fonte: AFP)

Morre aos 90 anos músico Chuck Berry

O lendário guitarrista Chuck Berry morreu neste sábado, segundo informações da polícia do condado de St. Charles, no Missouri, Estados Unidos.
Berry tinha 90 anos e é autor de sucessos como 'You Never Can Tell', imortalizado pela famosa cena em que John Travolta dança com Uma Thurman no filme 'Pulp Fiction', e 'Johnny B. Goode'.
Em outubro, na ocasião de seu aniversário, Berry havia anunciado um novo álbum.
Em 1986 ele foi indicado para Hall da Fama do Rock.

(Fonte: Notícias ao Minuto)

sábado, 18 de março de 2017

O plano da Nasa para transformar Marte em um planeta habitável

Seus próprios criadores reconhecem que se trata de uma estratégia que pode parecer obra de ficção científica, mas asseguram que é viável.

Cientistas da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, dizem que Marte poderia ser habitável caso fosse criado artificialmente algo que a Terra já tem: um campo magnético protetor.
Esse escudo é essencial para evitar o impacto da radiação e ventos solares potentes.
De acordo com pesquisadores da Divisão de Ciência Planetária da Nasa (PSD, sua sigla em inglês), é possível gerar um campo semelhante ao redor do Planeta Vermelho.
A proposta foi apresentada recentemente em uma oficina do workshop Visões para a Ciência Planetária 2050, realizado pela agência.

De olho no passado
Hoje, Marte é um planeta dominado pelos extremos.
A falta de atmosfera faz, por exemplo, com que a temperatura atinja 20°C durante o dia e -80°C durante a noite.
Mas o Planeta Vermelho era muito diferente no passado: dados das missões Maven, da Nasa, e Mars Express, da ESA (a agência espacial europeia) sugerem que ele tinha um campo magnético natural.
Essa proteção sumiu há cerca de 4,2 bilhões de anos e, como resultado, a atmosfera marciana desapareceu gradualmente ao longo dos 500 anos seguintes.
O que os pesquisadores propõem, então, é recuperá-la usando tecnologia de ponta para restaurar o planeta Marte do passado, com sua atmosfera, temperaturas mais altas e parte de seus antigos oceanos.

Campo magnético
"No futuro, é bem possível que ela (a tecnologia) possa gerar um campo magnético de 1 a 2 Teslas contra o vento solar", disse Jim Green, da divisão de ciência planetária da Nasa.
Green e seus colegas propõem a instalação de um dipolo magnético, na forma de um satélite, para que ele acompanhe o planeta em sua órbita, protegendo-o.
Um dipolo é um elemento específico que produz um campo magnético dipolar (dois polos magnéticos opostos).
O cientista assegura que já foram criadas magnetosferas artificiais em miniatura para proteger tripulantes de naves espaciais.
De acordo com simulações feitas por pesquisadores da Nasa, um campo magnético implantado no chamado ponto de Lagrange L1 seria suficiente para ampliar a espessura da atmosfera e o aumento da temperatura em 4°C.
Pontos de Lagrange ou pontos L são as posições em um sistema orbital em que um objeto pode estar em relação a objetos maiores.

Colônia humana
A magnetosfera artificial poderia desviar o vento solar, a exemplo do que acontece com um campo magnético natural.
O aumento da temperatura, por sua vez, poderia derreter o dióxido de carbono no polo norte do planeta. E isso criaria um efeito estufa que aumentaria ainda mais a temperatura até alcançar condições compatíveis com a presença de água no estado líquido.
"Uma atmosfera marciana com maior temperatura e pressão permitiria que houvesse água em estado líquido suficiente na superfície para melhorar a exploração humana na década de 2040", diz Green.
A blindagem magnética também facilitaria a chegada de missões ao Planeta Vermelho.
A Nasa revelou em 2015 o seu plano de viagem a Marte, que prevê a existência de uma colônia humana em 2030.
Para Green, se fosse criado um campo magnético artificial, "as novas condições em Marte permitiriam que os pesquisadores e exploradores estudassem o planeta com muito mais detalhes".
"E se isso for alcançado... a colonização de Marte não estará muito longe."

(Fonte: BBC)

sexta-feira, 17 de março de 2017

Executivos da JBS são presos na Operação Carne Fraca

São Paulo –  Executivos do frigorífico JBS foram presos na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal, segundo matéria do site EXAME 
A empresa BRF Brasil também é alvo da ação, que combate corrupção cometida por agentes públicos federais, empresários e crimes contra Saúde Pública.
O esquema seria liderado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio.
Segundo a PF, a operação detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás “atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público”.
“Os agentes públicos, utilizando-se do poder fiscalizatório do cargo, mediante pagamento de propina, atuavam para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva”, diz nota da Federal sobre a operação.

quinta-feira, 16 de março de 2017

🎥 DESCASO, BA026 trecho Amargosa a Santo Antônio⇒CONEXÃO Outro Olhar​ Amargosa

DESCASO, BA026 trecho  Amargosa a Santo Antônio⇒CONEXÃO Outro Olhar​ AMARGOSA
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