domingo, 10 de dezembro de 2017

🎥 Associação Comercial de SAJ se posiciona contra reajuste do IPTU


Associação Comercial de Santo Antônio de Jesus se pronunciou contra o projeto de lei que visa reajuste do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). A associação emitiu uma nota que frisa não apoiar esse aumento. Em entrevista ao repórter Itajay Júnior o gerente da ACESAJ, Wenderson Brito conta que só tiveram acesso ao processo na sessão e a partir daí se posicionaram oficialmente. 
Para que serve a “pinta” na testa das indianas?

SIMBOLISMO UNISSEX
Desenhar uma pinta entre os olhos é uma maneira simples de alguém demonstrar que segue o hinduísmo. Ou seja, o sinal não é restrito às mulheres nem às indianas. Ele pode ser observado em vários países do sul e do sudeste da Ásia, onde a religião é popular. Aliás, o sinal se chama bindi, em hindi, uma das línguas oficiais da Índia.

A RECEITA
A pinta representa uma espécie de “terceiro olho”, que enxerga coisas que os olhos físicos não conseguem. O bindi pode ter vários formatos e cores, mas uma das mais comuns é o vermelho, obtido graças a um pó chamado sindur, feito de pasta de sândalo ou de uma mistura de açafrão vermelho com suco de limão.

BELEZA EXTERIOR
O bindi também tem função estética, como uma maquiagem. Então, ele pode incluir joias. Além disso, dependendo da região, ele pode indicar o estado civil da mulher – o bindi vermelho é sinal de que ela é casada (condição que garante um status social diferente). Já o bindi preto é uma proteção contra mau-olhado antes do casamento.

 (Fonte: Mundo Estranho)
Iraque declara fim da guerra contra 'Estado Islâmico'

O primeiro-ministro do Iraque, Haider al Abadi, declarou neste sábado (09) que o país está livre do grupo Estado Islâmico (EI), depois de três anos de domínio dos jihadistas em territórios estratégicos no país.
"As nossas forças conseguiram o controle total das fronteiras com a Síria", garantiu Abdadi em um pronunciamento em Bagdá. "A vitória foi conquistada graças à unidade de todos os iraquianos na luta contra um inimigo que não pensava que veríamos neste dia", acrescentou.
A fronteira com a Síria era o último reduto que o EI mantinha em território iraquiano. Os jihadistas ainda controlavam as províncias de Ninawa e Al Anbar.
"Foi consumada a libertação de todos os territórios do Iraque dos grupos do Daesh [acrônimo do EI em árabe] e nossas forças estão com o controle das fronteiras entre o Iraque e a Síria desde a passagem fronteiriça de Al Walid até a de Rabia", detalhou o subcomandante das forças iraquianas conjuntas, Abdelamir Yarala, em comunicado.
Longa batalha
Em 2014, o EI lançou uma ampla ofensiva na Síria e no Iraque, e ocupou uma grande parte do território iraquiano. Em 10 de julho deste ano, as forças de segurança do país conseguiram retomar o controle de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque e o principal núcleo urbano que os jihadistas chegaram a dominar.
A batalha para recuperar Mossul deixou grande parte da cidade em ruínas e milhares de civis mortos. Quase 1 milhão de residentes fugiram da cidade desde a chegada das forças iraquianas, em outubro de 2016.
Os Estados Unidos lideram a coalizão internacional que apoiou a campanha contra o EI em Mossul, conduzindo bombardeios contra os militantes e auxiliando soldados em solo.
Sem Mossul – que era de longe a maior cidade controlada pelos jihadistas – o domínio do EI no Iraque foi reduzido a áreas predominantemente rurais ou desertas a oeste e sul da cidade.
A ONU estimou que são necessários mais de 1 bilhão de dólares para reparar a infraestrutura básica de Mossul, no norte do Iraque. Em algumas das áreas mais afetadas, quase nenhum prédio ficou livre de danos.

(Fonte: DW)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Amargosa: Câmara aprova reajuste em tributos e empréstimos de 10 milhões para a prefeitura
 
Na noite de quinta-feira (07), no Plenário da Prefeitura, foi realizada Sessão Extraordinária da Câmara de Vereadores de Amargosa. Nesta sessão foi aprovado o novo Código Tributário e de Rendas do Município, e autorizou a contratação de três empréstimos junto a instituições financeiras, que somados chegam ao valor de R$ 10 milhões de reais. Segundo informações de edis, os projetos foram encaminhados no dia 1º de dezembro, pelo prefeito Júlio Pinheiro (PT), para a casa legislativa.

Cinco vereadores se abstiveram nas votações, Viviane Santana (PSDB), Oldaque Maia (PPS), Val Cintra (DEM), Charuto (PSB) e Xuxa (PV), sob a justificativa do curto espaço de tempo para a devida análise dos projetos, que segundo eles, podem vir a onerar as contas públicas e aumentar a carga tributária municipal. Os edis ainda reivindicaram criticamente o executivo municipal, por não realizar audiência pública em apresentação dos projetos para a população.   
Os sete vereadores que votaram pela aprovação dos projetos foram Marcos Paulo (PSD), José Vaz (DEM), Paulo Leite (PT), Zane Andrade (PSD), Madeira (PROS), Diego Mercês (PDS) e Miguel Silva (PSD), estes se deram por satisfeitos com a totalidade do projeto.

A sessão contou com um grande número de servidores do município, e demais populares que se manifestavam conforme o intenso debate entre os edis acerca do polêmico projeto.  A Polícia Militar e a Guarda Municipal se fizeram presentes, e garantiram o andamento da sessão. Os projetos aprovados entram em vigor a partir do ano de 2018.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

AMARGOSA: PROJETOS DO PREFEITO PARA CONTRAIR DÍVIDA PÚBLICA E AUMENTAR O VALOR DO IPTU GERA POLÊMICA
Na última terça-feira (05), cinco vereadores de Amargosa divulgaram uma nota pública (ABAIXO), com o intuito de criticar o projeto de lei encaminhado pelo prefeito Júlio Pinheiro (PT). O projeto busca a autorização da maioria dos edis para endividar o Município em R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais), mediante a empréstimos com instituições financeiras.  
Outro projeto que também se tornou público, e vem causando burburinho entre os munícipes é o que propõe o aumento no valor de impostos municipais, como IPTU e taxa de iluminação. 
A sessão para a primeira votação dos projetos será realizada nesta quinta-feira, 7 de dezembro.
Nas redes sociais foram registradas inúmeras manifestações contra aos projetos; confira algumas abaixo:








Leia abaixo a nota dos vereadores

MANIFESTO PÚBLICO AO POVO DE AMARGOSA
Prezados (as),
Encontram-se na Câmara de Vereadores de Amargosa, três Projetos de Lei de autoria do Poder Executivo Municipal (368/2017, 369/2017 e 370/2017), solicitando em caráter de urgência, a autorização do Poder Legislativo para contrair empréstimos (dívidas) com a Desenbahia no valor de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) tendo como objeto a aplicação dos recursos na infraestrutura urbana e saneamento; operação de crédito com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) com finalidade de execução do programa de investimentos nas áreas de infraestrutura e logística urbana e com o BNDES no valor de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) com finalidade e instituir o PMAT – Programa de Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos setores sociais básicos, portanto, o Prefeito solicita autorização dos Vereadores para endividar o Município em R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) em empréstimos com instituições financeiras.
Deste modo, os Vereadores de Oposição vem a público denunciar a decisão irresponsável do Prefeito Júlio Pinheiro (PT), em endividar o Município de Amargosa. São Projetos de Lei, encaminhados às pressas, genéricos e sem as informações necessárias que justifiquem tal empréstimo. Além do mais, ao analisarmos os referidos projetos vimos que os mesmos ferem a nossa Constituição Federal, bem como a Lei de Responsabilidade Fiscal que impõem requisitos para que o Município solicite empréstimos junto a instituições financeiras. Nós Vereadores de oposição queremos esclarecimentos! Tais como: Qual a capacidade de endividamento do Município de Amargosa?  Até que ponto é interessante ou vantajoso endividar o Município de Amargosa? Qual o prazo de pagamento dessa vultosa dívida? Quais as taxas de juros cobradas por essas instituições?  Quais as obras emergenciais que justifiquem endividar o município? São muitos os questionamentos e não só nós Vereadores de Oposição, como também toda a população merecem esclarecimentos. Ressaltamos ainda, que tais informações não foram enviadas pelo senhor Prefeito. Pois bem, no nosso entendimento quem vai pagar a conta é você contribuinte, é você cidadão e cidadã de Amargosa. E isso nós não podemos aceitar!
Diga não a esse absurdo!
Amargosa – BA, Dezembro de 2017.

Charuto (PSB)                                   Oldaque Maia (PPS)                      Val Cintra (DEM)
Vera do Fórum (PSC)                               Viviane Santana (PSDB)
Metal usado durante a Idade do Bronze pode ter origem alienígena

A descoberta de que o faraó Tutancâmon tinha uma faca vinda diretamente do espaço, no meio do ano passado, pegou a comunidade científica de surpresa. E olha que nem tinha a ver com aliens mercadores fazendo uma visitinha ao Egito Antigo, longe disso.
Antes de a espécie humana dominar a mineração e conseguir extrair ferro da hematita, forma bruta em que o metal é encontrado na natureza, os corpos celestes pareciam a grande fonte desse mineral “exótico”. Para fazer a peixeira personalizada do chefinho, por exemplo, os aprendizes de ferreiro egípcios usaram um pedregulho caído do céu — o Kharga, meteorito que aterrissou na costa egípcia do Mediterrâneo, a 250 quilômetros de Alexandria, e foi identificado nos anos 2000.
Escolher pelos metais alienígenas não tinha a ver com escolha estética, mas sim, com facilidade de produção. Optando pelo material espacial, os egípcios conseguiam driblar a falta de domínio em processos como a fundição — já que o minério vinha quase pronto para uso, ao invés de repousar em pedras de camadas inferiores do solo.
O que uma nova pesquisa indica, no entanto, é que a prática de fazer utensílios com RG espacial não nasceu com a civilização egípcia. Muito pelo contrário. Armas e ferramentas humanas da Idade do Bronze, forjadas milhares de anos antes da queda de Cleópatra, já seguiam essa mesma técnica de fabricação.
Foi na época histórica conhecida como Idade do Bronze que os humanos dominaram a mistura de cobre e estanho que dá nome ao período. O curioso é que, embora fizessem quase tudo com essa liga metálica, resistente e maleável, nossos ancestrais já produziam também suas primeiras peças com ferro, consideradas, à época, como verdadeiras raridades — algo que mudaria somente cerca de 2 mil anos depois, com a Idade do Ferro, em que tudo começaria a teria a cor prateada.
Os artefatos analisados pelo estudo foram produzidos nesse mesmo período, mais precisamente entre 1300 e 3200 a.C. Na lista de exemplos analisados havia peças como uma pulseira feita no Egito, uma adaga produzida na Turquia e um colar e um machado made in Síria — além de objetos chineses variados e artigos da própria tumba de Tutancâmon.
Utilizando imagens de um espectrômetro de fluorescência de raios-x, equipamento que usa ondas eletromagnéticas para perturbar elementos químicos e, assim, determinar sua composição, os pesquisadores procuravam por sinais de níquel e cobalto — metais que poderiam mais facilmente acusar a origem extraterrestre. A comparação com amostras de ferro terrestre acusou a origem na hora: o material ferroso presente nos artefatos, na verdade, também teria vindo do espaço.
“Nossos resultados complementam análises profundas de outros estudos, que sugerem que a maioria do ferro da Idade do Bronze é derivado de meteoritos”,  comenta Albert Jambon, autor da pesquisa. “O próximo passo é determinar quando e onde esse tipo de metal apareceu pela primeira vez”.
 (Fonte: Superinteressante)


Reconhecida como capital de Israel pelos EUA, por que Jerusalém é uma cidade tão sagrada e disputada

Árabes e judeus travam uma intensa disputa desde o começo do século 20 para transformar Jerusalém em capital da Palestina e de Israel, respectivamente. Mas esse conflito, que faz do Oriente Médio um centro permanente de tensão, é apenas mais um capítulo de uma história que mescla confrontos por território e heranças sagradas há milênios.

Jerusalém já foi ocupada, destruída, sitiada, atacada e capturada muitas vezes por diferentes povos, entre eles egípcios, babilônios, romanos, árabes e judeus em cerca de três mil anos de história. Também foi santificada por cristãos, judeus e muçulmanos, que veem na cidade o berço dessas religiões.
A aparente convivência harmônica entre os bairros judaico, mulçumano, cristão e armênio na Cidade Velha, cercada por muros em Jerusalém Oriental, contudo, não é um indicativo de que o atual confronto está perto do fim.
A comunidade internacional espera uma escalada de confrontos na região com o anúncio do presidente Donald Trump de que os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel, ocorrido nesta quarta-feira (06). Já segundo Trump, a medida "é uma condição necessária para atingir a paz".
"Nós não estamos próximos de um acordo de paz duradouro, seria uma loucura assumir que a repetição da mesma fórmula possa conquistar algo diferente", discursou Trump, em defesa de sua decisão de alterar o status da cidade.
A primeira reação internacional foi do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, criticando "medidas unilaterais" relacionadas à questão Israel-Palestina e afirmando que Jerusalém tem de ser reconhecida como "capital de Israel e da Palestina".
Mas como essa cidade de 150 quilômetros quadrados, área pouco menor que a de Natal, capital do Rio Grande do Norte, tornou-se a mais sagrada e disputada do mundo por tantos milênios?

Heranças religiosas
Jerusalém foi erguida no alto do Monte Moriah. Para os cristãos, esse foi o palco da paixão de Cristo, onde Jesus foi crucificado, morto e sepultado. Para os muçulmanos, é o lugar onde o profeta Maomé ascendeu aos céus. Já segundo a tradição judaica, a cidade fundada pelo rei Davi é o local onde foi construído um templo para guardar a Arca da Aliança, onde estariam as tábuas dos Dez Mandamentos.
Por isso, até hoje Jerusalém atrai peregrinos de diferentes religiões em busca de lugares sagrados.
Na Cidade Velha, é possível percorrer, por exemplo, as 14 estações pelas quais se acredita que Jesus passou carregando a cruz até Igreja do Santo Sepulcro; visitar a mesquita de Al-Aqsa e se deslumbrar com a Cúpula da Rocha; e, ainda, depositar votos de fé no Muro das Lamentações, um pedacinho do Templo de Jerusalém erguido por Herodes e cercado por sinagogas.

Disputas por território
Parte das disputas na região está relacionada à crença de fiéis de que seus antepassados chegaram primeiro à região onde hoje fica Jerusalém ou mesmo de que a ligação com a cidade é mais legítima.
Apesar de haver indícios de que o local já era habitado em 3200 a.C., ninguém sabe ao certo quem foram os primeiros a ocupá-lo.
A história de conflitos na região envolveu, no fim do século 7 a.C. egípcios e assírios e, em séculos seguintes, babilônios e persas, gregos, romanos, turcos e otomanos.
Os confrontos forçaram a diáspora judaica e Jerusalém foi controlada por muçulmanos por séculos a fio até o final da 1ª Guerra Mundial e o fim do Império Otomano. A partir daí, franceses e britânicos ocuparam a região, redefinindo fronteiras.

O confronto entre judeus e palestinos
No começo dos anos 1920, a região da Palestina passou a ficar formalmente sob o comando do Reino Unido e, com apoio dos britânicos, judeus de todas as partes do mundo começaram a voltar à Terra Santa, migrando para o território do atual Estado de Israel.
Jerusalém foi capital do Mandato Britânico da Palestina até 1948. Um ano antes, a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) decidiu pelo plano de partilha da Palestina entre um Estado árabe e outro judeu, Jerusalém foi designada como "corpus separatum" (corpo separado), sob controle internacional. O plano, porém, não chegou a ser implementado.
Em 1948, foi declarada a Independência do Estado de Israel e, logo em seguida, a guerra árabe-israelense. Ao final daquele conflito, Jerusalém foi dividida, com a parte ocidental sob controle de Israel e a parte oriental controlada pela Jordânia.
Depois da Guerra de Seis dias de 1967, Israel capturou a parte oriental da cidade e, desde então, vem construindo assentamentos em Jerusalém Oriental. Esses assentamentos são considerados ilegais pela comunidade internacional, posição que é contestada pelo governo israelense.
Os palestinos, por sua vez, reivindicam que Jerusalém oriental é a capital palestina. Esse pleito faz parte das tratativas de acordo de paz para tentar criar um Estado palestino ao lado de Israel.
Estima-se que um terço da população de Jerusalém seja composto por palestinos e muitos são de famílias que estão na região há séculos.
Enquanto árabes e judeus enfrentam dificuldades de executar o plano de partilha da Palestina conforme determinado pela ONU, as ações militares na região nunca cessaram.

Reações contra Donald Trump
Na tentativa de manter a neutralidade e não influenciar diretamente o já complicado acordo de paz na região, a comunidade internacional nunca reconheceu a soberania de Israel sobre a cidade. A maioria dos países, por exemplo, estabeleceu representações diplomáticas em Tel Aviv e arredores, mas não em Jerusalém.
Por isso, o anúncio do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Donald Trump e a mudança da embaixada têm sidos criticados até mesmo por aliados dos EUA.
Antes do discurso de Trump nessa quarta-feira, a Arábia Saudita e o Egito se manifestaram contrários às mudanças. O primeiro-ministro turco Binali Yildirim disse que "Jerusalém é um assunto delicado para o mundo islâmico. Nossa expectativa e esperança nesse assunto é que nenhum passo seja dado. Imposições e maus passos podem levar a consequências irreversíveis".
O presidente da França, Emmanuel Macron, também teria alertado a Trump, por telefone, que reconhecer Jerusalém como capital de Israel seria má ideia. Até mesmo o papa Francisco se manifestou pedindo que o status atual seja mantido.

(Fonte: BBC Brasil)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Brasil é 2º país com menos noção da própria realidade, aponta pesquisa
O Brasil é o segundo país do mundo em que as pessoas mais têm a percepção equivocada sobre a realidade.
Segundo pesquisa realizada em 38 nações para avaliar o conhecimento geral e a interpretação que as pessoas fazem sobre o país em que vivem, os brasileiros só ficaram à frente dos sul-africanos.
*FOLHA SP
TIRIRICA DESABAFA E RENUNCIA MANDATO DE DEPUTADO FEDERAL

TIRIRICA DESABAFA E RENUNCIA MANDATO DE DEPUTADO FEDERAL
Em seu primeiro e último discurso na Câmara, o deputado federal Tiririca (PR-SP) anunciou nesta quarta-feira 6 sua despedida do Congresso. No plenário, o deputado chegou a anunciar o abandono da vida pública, indicando a renúncia, mas depois afirmou que cumprirá seu mandato até o fim e não vai se candidatar à reeleição. Alegando estar "com vergonha", se disse decepcionado com os colegas e com a política brasileira e pediu que os outros parlamentares "olhem pelo País".
Tiririca estava em seu segundo mandato. Em 2010, foi o mais votado em São Paulo, com 1,35 milhão de votos. Em 2014, teve 1,01 milhão de votos e ficou em segundo lugar, atrás de Celso Russomanno (PRB-SP).
*#CARTA

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Amargosa: Fábrica Ferracini inicia processo de contratação
FOTO/ CRIATIVA ONLINE
A fábrica Ferracini está prestes a começar os trabalhos na cidade de Amargosa, de acordo com a publicação do prefeito Júlio Pinheiro. Ele divulgou que nesta segunda - feira (04),recepcionou   em Amargosa os diretores da fábrica de calçados Ferracini. 
Alguns ex-funcionários da extinta fabrica Daiby, estão sendo contactados para o processo seletivo para contratação dos novos funcionários.

CURTA!